sexta-feira, 3 de agosto de 2012
O fim do Lusitânia e do Ramal de Cáceres
terça-feira, 5 de junho de 2012
Uma colaboração mais
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Finalmente percebi ....
De compreensão lenta ou não, o certo é que levei tempo a entender.
E foi no passado fim de semana que percebi para que servem as terraplanagens existentes no Concelho.
A minha lúcida ignorância faz com que me penitencie sobre a existência e objectivo de outras terraplanagens para lá da existente na Beirã.
Mas a da Beirã. Essa já sei para que serve.
Tem mais de três anos que discuti da sua utilidade em sede própria. Do lado contrário veio o argumento de que era preciso construir casas para os potenciais trabalhadores das firmas a cativar. Bem que referi que o mercado imobiliário não ia suportar tal atitude para lá dos Bancos e das hipotéticas famílias compradoras não aguentarem quer o empréstimo quer o seu pagamento (respectivamente). Qual Velho do Restelo.
Os terrenos foram comprados e as terraplanagens avançaram, porém as casas não.
Pois este fim de semana, mais propriamente no domingo assisti a uma invasão de 'motards' de duas e quatro rodas muito bem equipados, sobre a terraplanagem existente na Beirã, paredes meias com o bairro novo. Tais moradores é que não devem ter gostado nada da poeirada que lhes invadiu as casas, mas isso ... não se pode ter 'show' ao pé da porta e não pagar nada.
Pensando bem na matéria, será que tal (ou tais) terreno(s) objectivavam este tipo de desporto?
É claro que não deve ser gente do Desportivo Arenense, mas ... isto era capaz de dar umas receitas.
Aqui está para que se fez a aquisição e para que serve, na realidade.
Finalmente percebi.
Manuel Andrade
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
O PEDRO SOBREIRO
Com efeito, pertenço ao grupo de convívio do seu pai João e tive ocasião de assistir ao casamento com a Alzira em Fátima.
Porém, gostava de acrescentar ao conhecimento geral o que sinto, já que, aquando das minhas estadas na Beirã e concelho ouço falar muito do caso e constato que muitas vezes é só ruído.
O que me apraz registar nas poucas deslocações ao Hospital, é que o Pedro está francamente a recuperar. Agora tenhamos em conta que a situação é delicada e que como dizem os mais ligados ao desporto da bola, «os prognósticos, são só para depois do jogo».
O que eu constato é que no aspecto geral mostra estar a perder massa muscular, não apresenta qualquer escoriação, não denoto falta de dentes e a queixada está firme. O braço direito foi intervencionado porquanto a ossada não estava no lugar. Senta-se com alguma regularidade mas o andar é coisa que terá que ser com o tempo.
E que mais dizer.
Depois de semanas em que não o vi abrir olho, lá me reconheceu, levantando o polegar como os romanos faziam quando classificavam a situação de positiva. Por ter a traqueia furada (para facilitar respiração ou ventilação forçada) não fala, mas os lábios descrevem as palavras e, para quem é visita corrente, se torna perfeitamente perceptível.
Os sinais mais positivos, para mim, foram expressos por gestos, brejeiros (porque não dizê-lo) contra os assistentes que por ali andavam. É que o nosso amigo já se começou a aperceber como as coisas funcionam e queria outro tipo de apoio para a sua locomoção e afins. E isto por si só mostra que há uma reacção ao que o rodeia, o que é bom. É óbvio que os enfermeiros recebem orientações e não se está em momento de arriscar o que quer que seja.
Também ouvi falar na deslocação para Portalegre, mas ... penso que ali estará em boas mãos.
É tudo uma questão de tempo, já que o tempo resolve muita coisa.
E apesar de não me debruçar sobre as origens do problema, gostava de alertar os pais e demais familiares do nosso concelho, para que sejam redobradas as cautelas com o meio de deslocação que é a moto, motorizada e também o automóvel. Infelizmente já temos casos que bastem e urge que todos pensem bem antes de dar aos mais novos estas possibilidades de deslocação.
Faço coro com os demais, nos votos de recuperação deste nosso conhecido e amigo, assim ele volte o mais rapidamente ao nosso normal convívio.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
A Festa da RELVA da ASSEICEIRA
É que nem só de crise vive um homem.
sábado, 2 de abril de 2011
NEGÓCIOS da SEMANA - 30 Março 23H SicNotícias
segunda-feira, 27 de julho de 2009
FINANÇAS 1 - CÂMARA 1

Em abono da verdade e olhando para trás e deixando de lado o marco que se chamou Manuel da Paz (sargento), tem-se assistido a uma posição dos homens das Finanças e da Câmara, na sua vontade de conduzir a edilidade.
O primeiro, de nome Andrade, assim o fez por doze anos seguidos. E tudo parecia indicar que outro companheiro de armas se lhe seguia, o Barbas. As tentativas foram algumas. E foi aí que, a oposição, não pela mão da sua concelhia mas por uma orientação de Portalegre, surge apostando no letrado Bugalho.
E para contrapor ao meu título, logo apareceu o técnico Frutuoso, que de forma bem apoiada chamou a si o título.
Feito este preâmbulo vejamos o que se nos afigura.
O jogo vai ficar empatado ou será que a Câmara vai meter outro?
Aceitam-se apostas.
Foi então que a oposição resolveu apostar de novo na Câmara.
Esquecendo a analogia do desporto rei, eis então o que se oferece aos eleitores de Marvão.
O actual Presidente faz crer que precisa de mais um mandato para deixar obra. Porque recebeu o cofre vazio e nos quatro anos que passaram ainda não deu para mostrar obra.
Quanto ao cofre, tanto era para ele como para qualquer outro candidato, portanto nada de novo.
Quanto à obra. Parece-me estar-se a ouvir a repetição do cenário nacional. Quem é que tem dúvidas sobre o que vai fazer o Sr Pinto de Sousa (vulgo Sócrates)? Necessita apresentar programa?
Investimento produtivo, alguém o viu? Não. Assistiu-se sim à compra de terrenos, terraplanagens sem orgânica objectivando mais habitação, como se não houvesse sinais de crise imobiliária e aperto ao crédito.
Bom, mas e os apoios, não contam?
E o que dizer de mais uma aposta num novo técnico da Câmara?
Ah! bom mas este é conhecedor dos dossiers ... isso o outro também o era.
Ah! mas este fez projectos muito bem delineados ... o outro não?
Ah! mas este é muito bom rapaz ... isso também dizia o Padre Américo de todos os rapazes.
Não o conhecendo, pergunto-me. Terá a postura de um Paz? Os conhecimentos de um Bugalho?
Não. O que me dizem, então?
É melhor que o Paz porque todo o eleitor nele se reconhece. Ah! bom ...
E é melhor que o Bugalho porque desce ao terreno e sabe ouvir e falar com o povo.
Pois, pois.
Só facilidades. Para uma Câmara pobre são bons os indícios, sem dúvida.
E tanto que o Bugalho lutou pelo aumento das receitas via IMI, para não falar da reclassificação dos imóveis.
E depois está muito bem apoiado pelo Largo do Rato.
Ah! então, está bem. Ele até aí veio o Jorge Lacão ...
Vejamos o candidato seguinte. De seu nome Madalena.
Terá aprendido com os erros do Bugalho e do técnico que lhe sucedeu?
Sem máquina partidária, conseguirá saber ouvir os ensejos dos eleitores?
Estará rodeada de bons conselheiros que a ajudem a ouvir e a não prometer o que não pode e mais e mais urbanização?
É uma incógnita a que o eleitor tem de se esclarecer para não optar pela abstenção.
E o Fernando Gomes?
Ah! esse está rodeado de um bom par de amigos. E chega?
Ah! mas ele aprendeu muito com a vivência passada.
Já não é o sindicalista da Pousada, mas um homem na CGTP, onde muito se aprende.
Sem dúvida, mas onde é que aí entra o Concelho?
Qual a orientação prática? Desconheço.
E sem desprimor para as restantes forças de carisma nacional, será que vamos ter a presença do CDS/PP, do PCP e porque não do Bloco de Esquerda?
A nível nacional o PS com o PCP e o BE têm a maioria mas o PSD com o CDS não lhes ficam atrás. Isso é da aritmética elementar.
Mas o que é que a orientação nacional tem a haver com os nomes dos propostos para Marvão?
Não terão os marvanenses também direito à qualidade das propostas?
A reacção pela abstenção é um cheque em branco a quem tiver 50% mais um voto.
Não esquecer.
Então vamos lá interpelar os candidatos, reagir às propostas e não embarcar no canto do cisne e nas promessas vãs.
Recordai o que Churchill um dia disse: "Podes enganar todos algum tempo, podes mesmo enganar alguns o tempo todo, mas jamais poderás enganar todos o tempo todo."
Está na hora de demonstrar que somos um povo que nos sabemos governar.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Análise política séria

Como é sabido decide-se este ano quem vamos ter na orientação do país ao longo de mais quatro anos bem como, ao nível autárquico, teremos na condução do nosso concelho.
E a fazer jus do que foi debatido e aceite na Assembleia do passado dia 26, nada de bom se me afigura quer para 2009 quer para o período 2010-2013. E o porquê é muito simples.
Não se trata de dotar de mais verba esta ou aquela rúbrica, nem de fazer mais este ou aquele loteamento. A questão é que na falta de investimento privado deve haver investimento público para activar os poucos agentes económicos e para despoletar a vida deste concelho que definha a cada ano que passa.
Porém, com toda esta situação que se vem arrastando, assisto a uma passividade total do tipo 'laisser faire laisser passé ... la nature est bonne' de uns e o espartilhar das opções partidárias por outros na tentativa de demonstrar que a minha visão é que é a boa, tudo como se os recursos não fossem escassos.
Como uma andorinha por si só não define a Primavera e como para fazer um muro são precisos muitos tijolos, limito-me a trazer para este Forum a minha contribuição.
Assim para os mais estudiosos aconselho, neste dia em que os Reis Magos, entregam as suas prendas ao Menino, duas situações:
a) O livro do Medina Carreira e Ricardo Costa intitulado 'O dever da verdade' (preço 13€)
b) A exploração do site do Instituto Francisco Sá Carneiro em http://www.institutosacarneiro.pt/ onde a diversos níveis são feitas análises e concentradas informações desde o Instituto Nacional de Estatística ao Banco de Portugal, entre outros.
Na proposta a) encontrarão os leitores uma visão muito dura do nosso Portugal. Realista para mim, derrotista para outros. E não obstante o desafio do autor para ser proporcionado um debate com 'optimistas' o certo é que ainda não se verificou.
A proposta b) é uma proposta séria lançada recentemente e que me parece de muito boa qualidade. Poderá parecer tendenciosa por vir de onde vem, mas aconselho vivamente a sua consulta antes de emitirem qualquer opinião.
Termino recomendando a todos o melhor ano de 2009.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Reflexão de fim de Ano

Permitam-me acrescentar uma reflexão também e que a Miguel Sousa Tavares pertence.
Face à nossa obsessão de vida tão movimentada e possessiva, o texto conduz a reflexão, pese embora tenha sido escrito à data do falecimento da mãe, Sophia de Mello-Breyner, encontro sempre nele muito de verdade.
"... E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."
Desejo o melhor 2009 possível, pelo menos com alguma saúde.
domingo, 21 de dezembro de 2008
Orçamento e Plano para 2009

O meu companheiro de faina logo se apressou a esclarecer tratar-se de barulho proveniente de uma máquina alisadora de terreno, ruído esse justificado pela necessidade de terraplanar as terras descarregadas na área definida para o aumento do Bairro e zona a lotear.
Como havia chegado de noite não vi que os trabalhos estavam a avançar.
Também fui informado de que, à data do início do processo, havia muitos interessados nos lotes.
Pois é. Mas isso foi antes ... só que entretanto correu o tempo e mesmo admitindo ter havido inscrições o certo é que o mundo mudou e muita premissa se alterou.
Veja-se o raciocínio e a razão.
O ministro das Obras Públicas bateu o pé durante meses pelo aeroporto da OTA. Em sua defesa veio o nosso Primeiro acrescentar que ao serem solicitadas mais estudos, nunca se faria obra neste País. Felizmente que a razão veio ao de cima e afinal o aeroporto vai para o ‘deserto’ da margem sul e pessoalmente espero que a concretizar-se prossiga um crescimento modular e moderado para o bem de todos os nossos filhos e netos que o vão ter de pagar.
Retornando ao nosso cantinho de concelho do fim do mundo, que não chegou a ver a luz das verbas vindas da Europa Comunitária e onde o numero de munícipes é cada vez menor, onde os empregos crescem mas nos concelhos vizinhos e onde a REMAX e a ERA disputam os avisos de venda de imóveis, que razões leva à criação de espaços de loteamento e bairros mesmo que económicos?
Dirão uns que se tem de cumprir uma promessa eleitoral. Outros afirmarão que é normal que as administrações gostem de deixar uma marca da sua actuação.
Pois é. Compete aos governantes saber gerir a ‘coisa pública’ mas também saber moldá-la ao sabor das necessidades, explicando-a e ouvindo conselhos. E se é certo que nas grandes cidades se recebe muito pelo que se loteia e autoriza a construir também não é menos verdade que se assistem a projectos de co-financiamento para recuperar os imóveis em estado de abandono com vista à sua re-ocupação.
Os ventos da economia global já se fazem sentir e os seus indicadores não são de há dias. Os juros para empréstimo já são altos há alguns anos e a vontade de emprestar é muito pequena por razões internacionais e não só. Mesmo quem empresta a juros altos exige hoje um fiador. Importa pois que a matéria se discuta e os governantes sejam chamados à razão.
Mas nós o que fazemos?
Quantos imóveis tem já o Concelho devolutos e com alcatrão à porta?
Quantos anos têm de devoluto os imóveis da Fronteira dos Galegos a ostentar as portas escancaradas, vidros partidos e a degradação a entrar por tudo quanto é sitio?

Pois é. Assim não vamos lá.
Se queremos mostrar serviço, o Concelho tem bem por onde. Conviria ser mais aplicado nas soluções deixando as grandezas para o Sr Ministro das Obras Públicas.
Agora que se aproxima o Orçamento e o Plano de Investimento para 2009 no nosso Concelho é a correcta altura para ser tudo muito ponderado.
Vêm aí maus ventos, e se continuarmos a aplicar tudo em matéria não produtiva nunca seremos nada e o despovoamento será inevitável.
Também é o último Orçamento deste ciclo autárquico. É também altura de Natal e de bolos, mas cuidado porque lá diz o dito: ‘com papas e bolos se enganam os tolos’.
Boas Festas e o melhor 2009 possível são os meus votos.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Os responsáveis que temos no Concelho
Acabada que foi a safra da azeitona e regressado ao domicílio primeiro, eis-me perante a minha primeira intervenção neste Forum.A maioria dos leitores não me conhece mas por este texto fica de imediato a entender que defendo valores que julgo elementares e que para muitos já cairam em desuso. Assim tem sido ao longo da minha vida e assim espero nunca abdicar. A defesa dos valores é cada vez mais importante nos tempos que correm.
Como sabem alguns, por neste Forum já o ter sido publicado, decorreram no passado dia 28 de Novembro as eleições no seio do PSD, cujos reflexos se farão sentir no nosso Concelho.
A situação transportou-me para o ano de 1958.
Recordo-me perfeitamente de ter acompanhado meu pai à Mesa de Votação no Liceu Pedro Nunes da capital. À data era imperioso votar porquanto, à posteriori, era ‘apreciado’ ao pormenor quem tinha faltado. Ao contrário na provincía, a Mesa, já no final do dia e face ao conhecimento quase familiar dos eleitores, abatia nos cadernos eleitorais e colocava mais um voto favorável na urna.
Pois na invernosa noite do dia 28 e quando ainda mal íam decorridos 15 minutos da abertura da Mesa constatei uma tentativa velada de inserção de voto por outrém, ausente. Com a interpelação a respiração foi suspensa e ... voltou-se atrás. Mesmo assim logo alguém se apressou a afirmar que sem tal procedimento não havia quantidade de votos palpável. A estupetefacção deu lugar ao contraditório e daí se passou a outro tema, no intuito de ir preenchendo o tempo até às 23H00, hora do encerramento da Mesa.
Os militantes com e sem direito a voto lá foram aparecendo e até ao encerramento das urnas só haviam votado 9 dos possíveis 25, num universo estimado de 50.
E a surpresa estava para vir. Qual liturgia católica que na catequese se aprendeu como a parábola da duplicação dos pães e dos peixes.
Uma semana decorrida e eis que o relatório rubricado aponta para 13 votos recepcionados.
Como é que uma situação destas ocorre decorridos tantos anos de democracia, implantada no país? Com que objectivos? Como podemos confiar a condução do Concelho quando na presença do seu Presidente, a Mesa elabora o presente relatório?
Ele é nas coisas mais pequenas que nós podemos medir a honestidade das pessoas envolvidas. Um professor de inequívocas responsabilidades no Concelho e um colaborador da Câmara que se aponta como futuro vereador são os signatários, pois presidiram à Mesa, mas o certo é que o Sr Presidente da Concelhía e da Câmara ficou a acompanhar a atitude e não pode aqui ilibar-se de uma situação à qual não é por certo alheio.
A abstenção é uma forma de crítica e essa leitura tem de ser feita por quem de direito. Não vale a pena tapar o sol com a peneira.
Agora o que daqui se extrai é a questão da honestidade, do oportunismo para fazer crer que tudo vai bem no reino e que a atitude não é lesiva dos governados. Os indícios estão aí e isso é relevante da forma da condução dos bens pertença do Concelho. Os actos ficam com quem os pratica, mas como diz o povo ‘tão ladrão é o que rouba na vinha como o que fica a avisar’.
São para mim valores a defender, a honestidade, a transparência e a ética.
Não pactuarei com atropelos, nem me pessam para branquear determinadas atitudes.
É fácil reagir e criticar, mas o que se torna imperioso é agir.
Quem me quiser acompanhar, seja militante de qualquer causa ou independente, encontrará comigo forma de dar a volta por cima.
O Concelho merece e precisa de melhor.
Como se dizía num panfleto de Outubro de 2005 ‘É TEMPO DE MUDAR’.




