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quinta-feira, 14 de março de 2013
Finalmente temos uma nova página web do Município!
www.cm-marvao.pt
E é bonita (na minha opinião)
Que seja prática e útil para todos, é o que se deseja!
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Falta de cobertura de rede de telemóveis
Esta manhã registei uma reclamação relativamente à operadora TMN por causa da constante falta de cobertura de rede de telemóveis (já nem vou à banda larga, é mesmo só o telemóvel) em Marvão.
É triste que depois de tantos anos de funcionamento dos telemóveis continuem os mesmos problemas de cobertura de rede no interior do país.
Em Marvão, os sinais das redes espanholas continuam a sobrepor-se às portuguesas. Mas as nossas obrigações são as mesmas enquanto clientes.
Ao princípio da tarde recebo uma chamada da TMN e faço o resumo da conversa:
- A TMN não prevê a colocação de novas antenas na região;
- Então o problema dos clientes desta região ficará sem solução;
- Mas convidamo-la a contactar a Câmara Municipal ou a Junta de Freguesia e que lhes comunique essa situação;
- Mas a Câmara Municipal ou a Junta de Freguesia, que eu saiba, não têm atribuições quando às questões das telecomunicações;
- É verdade, mas quando nós decidirmos colocar uma nova antena, eles terão que fornecer um terreno;
;- Mas a senhora começou a conversa dizendo que não se prevê a colocação de novas antenas nesta região!!!
????
Inacreditável discurso, certo?
Então apelo a que mais gente reclame, é o que nos resta...
domingo, 16 de dezembro de 2012
Marvão na televisão brasileira, por intermédio dos nossos irmãos brasileiros
Em Castelo do Piauí (e na televisão brasileira, Rede Record) ainda se lembram de nós (ao minuto 9)
Pena que o inverso não se verifique...
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Aulas de Pintura - Sandrine Lazerus
Sandrine Lazerus é uma pintora francesa que está há muito tempo em Portugal e retrata as paisagens de Marvão como ninguém. Este ano teve a iniciativa de promover aulas de pintura para crianças de todas as idades.
Todas as 4ªs feiras na Piscina de Santo António das Areias entre as 16 e as 18
Todas as 4ªs feiras na Piscina de Santo António das Areias entre as 16 e as 18
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
A Cooperativa Agrícola e Florestal (CAF) de Porto de Espada (Marvão) acusou hoje o município de a "penalizar", ao reduzir a compra de castanhas para a Feira do Castanheiro
Marvão, 07 nov (Lusa) -- A Cooperativa Agrícola e Florestal (CAF) de Porto de Espada (Marvão) acusou hoje o município de a "penalizar", ao reduzir a compra de castanhas para a Feira do Castanheiro, no fim de semana, mas a autarquia refuta as acusações.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a cooperativa justifica a acusação alegando que o município de Marvão tinha acordado "verbalmente" com a instituição a "intenção" de adquirir seis toneladas de castanhas, mas apenas vai comprar, "quanto muito, dois mil quilos".
No documento, a CAF relata que, quando foi interpelada para fornecer as castanhas, lançou a campanha "Feira da Castanha 2012" junto dos produtores associados com o objetivo de conseguir fornecer o produto para o certame, que decorre este fim de semana, em Marvão.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/cooperativa-acusa-camara-de-marvao-de-a-penalizar-ao-reduzir-a-compra-de-castanhas-autarquia-refuta=f765300#ixzz2BZqD9L6J
E hoje no Portal da Cidade de Elvas:
A Cooperativa Agrícola e Florestal (CAF) de Porto de Espada (Marvão) acusou hoje o município de a "penalizar", ao reduzir a compra de castanhas para a Feira do Castanheiro, no fim-de-semana, mas a autarquia refuta as acusações.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a cooperativa justifica a acusação alegando que o município de Marvão tinha acordado "verbalmente" com a instituição a "intenção" de adquirir seis toneladas de castanhas, mas apenas vai comprar, "quanto muito, dois mil quilos".
No documento, a CAF relata que, quando foi interpelada para fornecer as castanhas, lançou a campanha "Feira da Castanha 2012" junto dos produtores associados com o objectivo de conseguir fornecer o produto para o certame, que decorre este fim-de-semana, em Marvão.
A quantidade pretendida pelo município foi alcançada pelos produtores. Mas, segundo a CAF, "chegados a uma semana da feira e decorrendo a normal negociação acerca do preço final a pagar pela câmara, esta informa-nos, através do vereador do Turismo, que comprará, quanto muito, 2000 quilogramas, uma vez que já adquiriu a restante".
A direcção da CAF afirma que "estranha esta atitude" por parte do município, que, ao mesmo tempo que "regateava" o preço com a cooperativa "adquiria castanhas a fornecedores privados" e que "estranhamente" detinham tal quantidade de castanha armazenada.
No documento, a CAF alerta que a castanha adquirida pelo município a fornecedores privados não oferece "garantia" aos consumidores que seja de Marvão e diz sentir-se "duplamente penalizada" com esta "insólita atitude" do município.
Contactado pela Lusa, o vereador do município José Manuel Pires refutou as acusações, explicando que, há "três semanas", alertou a cooperativa para a necessidade de castanhas para a feira, sublinhando que, na altura, solicitou cerca de seis mil quilos e o respectivo preço.
"De há três semanas até à última semana nunca nos disseram nada. No princípio da semana passada contactamos a cooperativa para saber se arranjavam a castanha e os preços, quando fomos informados que ainda não havia preços, nem que estava assegurado o fornecimento", explicou.
José Manuel Pires garantiu que voltou a contactar a instituição, por diversas vezes, mas "até à última hora" não houve resposta.
Por último, segundo o autarca, chegou uma proposta que referia que o preço da castanha seria de "2,45 euros mais IVA o quilo", quando, garantiu José Manuel Pires, a cooperativa estava a pagar aos seus produtores a "1,50 euros".
O autarca afirmou que a "disparidade de preços" lhe fez "confusão", tendo contactado outros produtores do concelho para confirmar o preço da castanha de Marvão calibrada.
"O preço que eu consegui foi de 1,65 mais IVA e 1,80 euros mais IVA", disse.
José Manuel Pires assegurou que "toda" a castanha consumida na feira será de Marvão, considerando ainda que a "disparidade" de preços praticados pela cooperativa seria um "negócio ruinoso" para o município.
"Nós só recebemos a proposta da cooperativa no dia 5 de Novembro e depois de recebermos aquela proposta, com preço extremamente caro, informámos que àquele preço não conseguiríamos pagar a castanha", disse.
http://www.elvas.com.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=2517%3Amarvao-cooperativa-acusa-camara-de-a-penalizar-ao-reduzir-a-compra-de-castanhas&catid=3%3Adestaques&Itemid=78
E hoje no Portal da Cidade de Elvas:
A Cooperativa Agrícola e Florestal (CAF) de Porto de Espada (Marvão) acusou hoje o município de a "penalizar", ao reduzir a compra de castanhas para a Feira do Castanheiro, no fim-de-semana, mas a autarquia refuta as acusações.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a cooperativa justifica a acusação alegando que o município de Marvão tinha acordado "verbalmente" com a instituição a "intenção" de adquirir seis toneladas de castanhas, mas apenas vai comprar, "quanto muito, dois mil quilos".
No documento, a CAF relata que, quando foi interpelada para fornecer as castanhas, lançou a campanha "Feira da Castanha 2012" junto dos produtores associados com o objectivo de conseguir fornecer o produto para o certame, que decorre este fim-de-semana, em Marvão.
A quantidade pretendida pelo município foi alcançada pelos produtores. Mas, segundo a CAF, "chegados a uma semana da feira e decorrendo a normal negociação acerca do preço final a pagar pela câmara, esta informa-nos, através do vereador do Turismo, que comprará, quanto muito, 2000 quilogramas, uma vez que já adquiriu a restante".
A direcção da CAF afirma que "estranha esta atitude" por parte do município, que, ao mesmo tempo que "regateava" o preço com a cooperativa "adquiria castanhas a fornecedores privados" e que "estranhamente" detinham tal quantidade de castanha armazenada.
No documento, a CAF alerta que a castanha adquirida pelo município a fornecedores privados não oferece "garantia" aos consumidores que seja de Marvão e diz sentir-se "duplamente penalizada" com esta "insólita atitude" do município.
Contactado pela Lusa, o vereador do município José Manuel Pires refutou as acusações, explicando que, há "três semanas", alertou a cooperativa para a necessidade de castanhas para a feira, sublinhando que, na altura, solicitou cerca de seis mil quilos e o respectivo preço.
"De há três semanas até à última semana nunca nos disseram nada. No princípio da semana passada contactamos a cooperativa para saber se arranjavam a castanha e os preços, quando fomos informados que ainda não havia preços, nem que estava assegurado o fornecimento", explicou.
José Manuel Pires garantiu que voltou a contactar a instituição, por diversas vezes, mas "até à última hora" não houve resposta.
Por último, segundo o autarca, chegou uma proposta que referia que o preço da castanha seria de "2,45 euros mais IVA o quilo", quando, garantiu José Manuel Pires, a cooperativa estava a pagar aos seus produtores a "1,50 euros".
O autarca afirmou que a "disparidade de preços" lhe fez "confusão", tendo contactado outros produtores do concelho para confirmar o preço da castanha de Marvão calibrada.
"O preço que eu consegui foi de 1,65 mais IVA e 1,80 euros mais IVA", disse.
José Manuel Pires assegurou que "toda" a castanha consumida na feira será de Marvão, considerando ainda que a "disparidade" de preços praticados pela cooperativa seria um "negócio ruinoso" para o município.
"Nós só recebemos a proposta da cooperativa no dia 5 de Novembro e depois de recebermos aquela proposta, com preço extremamente caro, informámos que àquele preço não conseguiríamos pagar a castanha", disse.
http://www.elvas.com.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=2517%3Amarvao-cooperativa-acusa-camara-de-a-penalizar-ao-reduzir-a-compra-de-castanhas&catid=3%3Adestaques&Itemid=78
sábado, 27 de outubro de 2012
Deixo-vos este texto de um blog que é tão lindo e tão bem escrito que até se perdoa "o Marvão" e "ao Marvão"
"Esqueçam tudo o que ouviram sobre o Marvão. É mais bonito do que o que vos contaram. Esqueçam tudo o que estou para aqui a escrever também, é pouco e sabe a nada. Tem de se ver. Tem de se vir. Saramago escreveu que quem o pisa consegue ver o mundo. Se calhar foi o mais próximo que as palavras lhe fizeram justiça - pequena, mas ainda assim, justiça."
Em http://avoltadeumportugalsemcrise.blogs.sapo.pt/7044.html
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Um blog a estrear
Eis que temos: Marvão à Vista (http://marvaoavista.blogspot.pt/)
A descrição é apetitosa: O melhor sítio para descobrir Marvão e os marvanenses
Sorte e saúde para este projecto tão bonito! A terra bem precisa de novas ideias!
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
...
Chega uma altura que uma pessoa se farta de passar e não ligar.
Dura há vários anos. Água de cano a céu aberto.
Na rua do Relógio, em Marvão.
Chega uma altura que uma pessoa se farta de passar e não ligar. Até porque muitas vezes cheira mal.
Então fotografa-se, para que quem não sabe, veja.
Não estou a apontar o dedo a nenhum culpado. Desconheço quem sejam os culpados, sinceramente.
Sei sim, que é uma vergonha...
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Câmaras criticam lista de 21 fundações das autarquias que Governo quer extinguir (no negócios online de dia 26/09)
A proposta de extinção de fundações que estão sob o domínio das autarquias está a levantar problemas ao executivo. Tendo sido criadas ou financiadas, em parte, pelas autarquias, o Governo não pode avançar com a extinção destes organismos. O que fez foi publicar em “Diário da República” propostas de extinção.
São 21 as fundações que, estando na tutela das autarquias, o Governo de Passos Coelho pretende eliminar. O objectivo é que estas fundações se juntem às quatro que estão sob a tutela da Administração Central e que vão ser extintas e as restantes 13 que quer abolir mas que estão sob o domínio de instituições de ensino superior.
(...)
Há outras fundações que já sabem que não vão encerrar. A decisão cabe às autarquias, que decidem se há manutenção ou não das fundações. Certo é que estas perdem o apoio disponibilizado pelo Governo, devendo, algumas, continuar a receber financiamento autárquico, caso as autarquias assim o decidam.
Na lista publicada terça-feira em “Diário da República”, além das propostas de 21 extinções, há quatro sugestões para extinção total de apoios e 12 que o Governo recomenda cortar 30% do apoio financeiro actualmente distribuído.
Propostas de extinção às autarquias
- Fundação ELA, Município de Vila Nova de Gaia;
- Fundação PortoGaia para o Desenvolvimento Desportivo, Município de Vila Nova de Gaia;
- Fundação Carnaval de Ovar, Município de Ovar;
- Fundação Paula Rêgo, Município de Cascais;
- Fundação D. Luís I, Município de Cascais;
- Fundação Bienal de Arte de Cerveira, Município de Vila Nova de Cerveira;
- Fundação para o Desenvolvimento Social do Porto, Município do Porto;
- Fundação Ciência e Desenvolvimento, Município do Porto;
- Escola Profissional de Setúbal, Município de Setúbal;
- Escola Profissional de Leiria, Município de Leiria;
- Fundação de Ensino Profissional da Praia da Vitória, Município de Praia da Vitória;
- Fundação Odemira, Município de Odemira;
- Fundação Serrão Martins, Município de Mértola;
- Fundação Dr. Elias de Aguiar, Município de Vila do Conde;
- Fundação Comendador Manuel Correia Botelho, Município de Vila Real;
- Fundação Robinson, Município de Portalegre;
- Fundação António Aleixo, Município de Loulé;
- Fundação Arquivo Paes Teles, Freguesia de Ervedal (Avis);
- Fundação Santo Thyrso, Município de Santo Tirso;
- Fundação Marquês de Pombal, Município de Oeiras;
- Fundação Cultura Juvenil Maestro José Pedro, Município de Viana do Castelo
Propostas de extinção total dos apoios
Fundação Arbués Moreira, Município de Sintra;
Fundação Cultursintra, Município de Sintra;
Fundação Abel e João de Lacerda, Município de Tondela;
Fundação Terras de Santa Maria da Feira, Município de Santa Maria da Feira;
Propostas de extinção 30% subsídios
- Fundação Cascais, Município de Cascais;
- Fundação Átrio da Música, Município de Viana do Castelo;
- Fundação Gil Eannes, Município de Viana do Castelo;
- Fundação Cidade Ammaia, Município de Marvão;
- Fundação Os Nossos Livros, Município de Bragança;
- Lugar do Desenho — Fundação Júlio Resende, Município de Gondomar;
- Fundação A Lord, Freguesia do Lordelo (Paredes);
- Fundação João Carpinteiro, Município de Elvas;
- Fundação Castro Alves, Município de Vila Nova de Famalicão;
- Fundação Maria Ulrich, Município de Lisboa;
- Fundação Manuel Cargaleiro, Município de Castelo Branco;
- Fundação Frederic Velge, Município de Grândola;
domingo, 23 de setembro de 2012
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
No jornal Público: Dono de vedações no Parque de S. Mamede incorre em multa de 48 mil euros
19.09.2012
"As cercas metálicas foram instaladas em torno de uma área de 500 hectares numa área protegida, sem autorização. A construção de vedações com altura superior ao permitido e sem licenciamento no Parque Natural de São Mamede, em Marvão, incorre em multas para o proprietário que poderão atingir 48 mil euros, de acordo com um relatório da GNR.
O documento elaborado pela GNR e remetido ao presidente do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), que tutela os parques naturais, foi elaborado na sequência de uma queixa apresentada por um membro do grupo SOS São Mamede, organização que se opõe à construção das vedações naquela área protegida, posição em que é apoiada pela organização ambientalista Quercus.
Há mais de um ano que o grupo vem contestando as cercas metálicas, que diz chegarem a atingir 2,5 metros de altura e terem sido erguidos no interior e em torno de uma área que atinge os 500 hectares.
A situação levou deputados à Assembleia da República dos partidos "Os Verdes" e Bloco de Esquerda a questionarem a ministra do Ambiente, Assunção Cristas.
Numa carta enviada aos deputados ecologistas a 27 de Outubro de 2011, o gabinete da governante afirma que o turismo de natureza e percursos para ciclismo todo-o-terreno (BTT) são actividades que os proprietários admitiam vir a desenvolver naqueles terrenos situados no concelho de Marvão.
Na deslocação que fizeram a locais onde se encontram vedações erguidas sem autorização, violando o regulamento do parque natural, os elementos da GNR registaram a existência de "muros" com mais de 1,2 metros junto a caminhos rurais e superiores a 1,8 metros noutros casos, o que "viola" o Regulamento Municipal da Urbanização e Edificação do Município de Marvão, lê-se no relatório das autoridades.
Em resposta a questões colocadas pela Lusa em Outubro passado, o gabinete do presidente da Câmara de Marvão disse que a autarquia está impedida de tomar qualquer posição sobre as vedações erguidas no concelho por a questão não constar nos regulamentos municipais. "Somos impedidos de impor condições quanto à sua forma, material ou dimensões", informou aquele gabinete.
Pelo seu lado, o auto de notícia da GNR refere que a área onde existem as vedações está sob a alçada das regras do parque natural, pelo que, de acordo com o seu regulamento, a altura máxima autorizada dos muros é de um metro, donde se "presume" que não exista qualquer licenciamento das cercas.
E acrescenta que, de acordo com a legislação em vigor, a realização de trabalhos ou obras de construção civil sem licenciamento "constitui uma contra-ordenação ambiental grave", a que corresponde uma multa compreendida entre 30 mil e 48 mil euros.
A Lusa não conseguiu contactar os responsáveis da empresa proprietária dos terrenos em causa."
sábado, 14 de julho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
sábado, 9 de junho de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
Um vídeo com pouco mais de um mês...(13 de Abril de 2012)
| Marvão:Candidatura a Património da Humanidade deverá ser entregue à UNESCO em 2013 - Ray Bondin |
13-Abr-2012 | |
O Embaixador Ray Bondin, coordenador do dossier de candidatura de Marvão a Património Mundial apontou hoje o ano de 2013 para a entrega do documento à UNESCO.
Em declarações exclusivas à Rádio Portalegre, Ray Bondin, afirmou que se trata de uma “candidatura forte” e que Marvão tem condições para ser eleito Património da Humanidade. O município de Marvão avançou com uma candidatura a Património da Humanidade, pela UNESCO, em 1996, mas acabou por retirá-la 10 anos depois, na sequência de um parecer negativo, para evitar que fosse anulada. Em fevereiro do ano passado o município decidiu iniciar um novo processo de candidatura, sob a coordenação de Ray Bondin, embaixador de Malta na UNESCO e presidente do Comité Internacional das Cidades Históricas (CIVVIH), organismo integrado no Conselho Mundial de Monumentos e Sítios (ICOMOS). - Rádio Portalegre
..........................................
... e agora as notícias do abandono da Candidatura já têm eco na Visão /Lusa/ TVI entre outros....
Declarações de Vítor Frutuoso hoje Agência Lusa "Nós queremos continuar com a candidatura, contudo apercebemo-nos que temos tido alguma contestação por parte da oposição e na blogosfera, onde se discutem assuntos relacionados com Marvão", disse Vítor Frutuoso, em declarações à Agência Lusa. Nesse sentido, o autarca eleito pelo PSD, partido que detém a maioria no executivo da Câmara e na Assembleia Municipal, anunciou que a autarquia vai desenvolver um conjunto de reuniões com a população para "auscultar" a sua opinião sobre o tema. «Achámos que seria de bom senso clarificar junto das pessoas quanto é que se gastou até ao momento com este processo e que benefício vai trazer para Marvão. Por isso vamos fazer uma consulta pública normal. Na realidade investimos com esta segunda candidatura cerca de 50 mil euros.» Vítor Frutuoso adiantou que espera “ouvir”, nesta fase, os empresários da região, nomeadamente os operadores turísticos." |
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Sábado, 26 Maio 2012 - Dadores de Sangue em Santo António das Areias
No sábado, 26 de Maio a Associação dos Dadores benévolos de Sangue de Portalegre realiza colheita de sangue no Quartel dos Bombeiros Voluntários de Marvão em Santo António das Areias, das 9 horas às 13 horas.
Esperamos por si, traga um amigo!
Ainda que não dê sangue, ponha-nos as suas dúvidas acerca da Dádiva Benévola de Sangue.
Venha tomar um café connosco!
terça-feira, 15 de maio de 2012
Um problema antigo com resolução à vista
"A Câmara Municipal de Marvão vai investir mais de 600 mil euros na aquisição dos imóveis da antiga estação fronteiriça e bairro residencial na fronteira de Galegos, numa área com cerca de seis hectares.
De acordo com o presidente do município, Victor Frutuoso, a aquisição dos imóveis, que são propriedade do ministério das Finanças, deverá ser consumada antes do final deste ano.
... O autarca adiantou que a Câmara Municipal de Marvão terá ainda que suportar os custos com a reabilitação das infraestruturas existentes na área que engloba a antiga estação fronteiriça e bairro residencial.
Além da recuperação das redes de iluminação, saneamento básico, arruamentos, espaços verdes, posto de transformação e depósito de água potável, a autarquia fica obrigada a encontrar uma solução consensual para os moradores permanentes e ocasionais dos fogos das moradias isoladas e bi-familiares, atualmente ocupadas, na zona nascente do bairro residencial.
Victor Frutuoso explicou ainda que a autarquia pretende transformar aquele espaço num novo aglomerado urbano do concelho, bem como a criação de uma zona de serviços criativos para atrair empresário espanhóis e de um parque de campismo para caravanas.
Desde a abolição das fronteiras, que entrou em vigor a 1 de janeiro de 1993, que foram desativados os serviços que funcionavam na fronteira de Galegos e todo o património ficou ao abandono.
O edifício do antigo posto da Guarda Fiscal ainda foi transformado em Posto de Turismo em 1997, mas 10 anos depois deixou de funcionar por falta de condições.
(Gabriel Nunes" Rádio Portalegre)
Além da recuperação das redes de iluminação, saneamento básico, arruamentos, espaços verdes, posto de transformação e depósito de água potável, a autarquia fica obrigada a encontrar uma solução consensual para os moradores permanentes e ocasionais dos fogos das moradias isoladas e bi-familiares, atualmente ocupadas, na zona nascente do bairro residencial.
Victor Frutuoso explicou ainda que a autarquia pretende transformar aquele espaço num novo aglomerado urbano do concelho, bem como a criação de uma zona de serviços criativos para atrair empresário espanhóis e de um parque de campismo para caravanas.
Desde a abolição das fronteiras, que entrou em vigor a 1 de janeiro de 1993, que foram desativados os serviços que funcionavam na fronteira de Galegos e todo o património ficou ao abandono.
O edifício do antigo posto da Guarda Fiscal ainda foi transformado em Posto de Turismo em 1997, mas 10 anos depois deixou de funcionar por falta de condições.
(Gabriel Nunes" Rádio Portalegre)
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Plantaforma Alto Alentejo XXI: Turismo
Já disponível online o vídeo de apresentação do debate sobre Turismo. Veja em 15 minutos onde se faz o diagnóstico de turismo no Alto Alentejo.
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