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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

NOITES DE INSÓNIA - AS FESTAS TRISTES E AS FESTAS ALEGRES

São quase três da matina. Saí agora  na estação dos pesadelos, empapado em suor,  aqui neste meu sofá amigo, cúmplice de tantas noites de ansiedade e angústia.  E a insónia, recém-chegada ela,  tem a culpa deste desvario…

Acabaram as Festas da Senhora dé Estrela. Se ainda houvesse  Inverno, ele vinha a chegar. Ai vinha, vinha, que eu fui lá fora ver como está fresquinho e como a caruma do pinheiro se move em silêncio, de forma sinistra, talvez.  E fui descalço, mesmo correndo o risco de me picar algum alacrau e morrer envenenado (ele, claro).

Escrevendo em Festas, invadiu-me a nostalgia. Nostalgia daqueles tempos em que por estes reinos dos senhores havia festança rija, com gentes a rir e a bailar, com sorrisos na cara e o vinho a correr sem parar e a  populaça de outras paragens cá nos vinha visitar. E nós, que nem perús emproados, algo tínhamos para nos orgulhar.
Hoje já não há Festas. Sim, porque as Festas não se inventam. As Festas são um estado de espírito. E, se nos trocaram o saco do optimismo e da alegria pelo da tristeza e do cinzentismo atroz, não há condições para que nos possamos divertir. Está instaurado, contra a nossa vontade, o estado dos caras de pau. E como não nos podemos ou não sabemos divertir,  às Festas, só vamos se de lá pudermos sacar algum proveito. Se assim não for, nem lá pomos os pés, mesmo que sejamos convidados de honra.

 Qual será a razão pela qual o nosso bom humor se encontra em paradeiro desconhecido? Será que fomos invadidos pela incerteza, pela descrença, pela dúvida permanente? Ou será que já não acreditamos em nada do que nos rodeia e desconfiamos até da própria sombra?
Se assim for, não me façam festas.

E para o ano  que vem há mais festas. Muitas festas. Não se sabe, é quando começam a estoirar os  foguetes.
E agora que tenho os pés gelados... vou calçar umas meias.

Para bom entendedor, meia palavra basta. As Festas mencionadas no texto supra, não têm nada que ver com as Festas da Senhora da Estrela 2012. Sobre estas últimas, gostaria de dizer o seguinte:

O Povo de Marvão tem mil e uma razões para estar orgulhoso das festas que organizou este ano. Possivelmente não houve muita afluência de pessoas. Mas, muito mais importante que isso, foi sem dúvida, o convívio e  a preocupação em encontrar novas dinâmicas, como por exemplo, a gastronomia, que acho que funcionou lindamente, sem logísticas pesadíssimas que possam baralhar os resultados finais.
Melhor ainda: A organização desta Festa é a prova provada de que o Povo de Marvão sabe  pensar (e pensa)  pela sua cabecinha, ainda que alguns crâneos narcisistas e descompensados talvez opinem o contrário. As históricas colectividades de Marvão (Santa Casa, Centro Cultural e Maruam) demonstraram vontade, capacidade  e um bairrismo invejáveis, que os legitima inequivocamente para toda a participação cívica possível e necessária na vida desta Mui Nobre e Sempre Leal. Parabéns a todos.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

MOTORISTA PARA O CÉU - PRECISA-SE

Não sei quantas vezes viajámos juntos, em serviço. Muitas. Mas lembro-me particularmente da última. Foi há escassas semanas… era preciso dar instruções aos companheiros que iam colocar as estacas do futuro passeio pedrestre da Rota internacional do Contrabando do Café. E quando cheguei à Câmara, lá estavas tu, à minha espera, a fumar ávidamente o teu cigarro…

Reparei que tinhas má cara, mas como também estou habituado a sorrir às facadas traiçoeiras que a vida nos dá, pensei, com optimismo, que se tratava de algo passageiro. Infelizmente não foi assim…

Não sou dos que acredito que, quando morremos, os bons vão para o céu e os maus são queimados nas chamas do purgatório. Mas tenho como uma espécie de “fezada” que quando eu partir me hei-de encontrar com as pessoas de que sempre gostei nesta vida terrena.

Aqueles que nunca nos atraiçoam, aqueles que podem compartir as nossas virtudes e alegrias, ao passo que aceitam e perdoam os nossos falhanços e defeitos. Por isso, e porque soubeste, ao longo dos anos em que convivemos, entrar nesse restrito grupo, espera aí por mim… um dia destes voltaremos a encontrar-nos. Iremos a algum sítio, pararemos para tomar o nosso café e desabafaremos acerca do mau jogo que o Benfica fez no passado fim de semana.

E Amigo João, se tu partiste assim, repentinamente, sem prévio aviso, só pode ser porque no Céu estavam a precisar de motoristas. Não de um motorista qualquer. Sim de um motorista que esteja sempre disponível para ajudar os outros, sem pedir nada em troca. Para prescindir das tuas horas livres, em benefício dos outros. Às vezes, resmungavas entre dentes, protestavas com o serviço, com a falta de reconhecimento aos teus méritos e ao teu esforço.

Várias vezes te ouvi, nessa espécie de desabafo. E pensei, cá para mim: “Tens carradas de razão, amigo João, mas o mundo em que nos movemos não é para os bons, é para os medíocres, para os oportunistas e para os manipuladores”.

Talvez… (quem sabe?) hoje, Alguém, lá em cima, precisou de um motorista, e dentro dos que tinha disponíveis, escolheu o de melhor coração. Talvez, por isso, amigo João, tiveste que partir à pressa…

Abraço, amigo João, até ao nosso próximo cafezinho…

terça-feira, 21 de junho de 2011

terça-feira, 29 de março de 2011

El origen de las migraciones modernas 1/2

Este é cá dos meus... quem fala assim não é gago.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

TAXA DE DESEMPREGO DESCE ACENTUADAMENTE EM MARVÃO



Pouco tempo depois de ter sido considerado líder da luta contra o endividamento municipal, eis que Marvão volta a figurar na imprensa com outra notícia positiva: a criação de tantos postos de trabalho que até houve necessidade de recorrer à contratação de mão de obra brasileira.

Segundo José Sócrates, este é um sinal inequívoco da recuperação da economia lusitana, desestimando-se, portanto, para já, a tão anunciada intervenção do FMI nas contas nacionais.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

sexta-feira, 25 de junho de 2010

J Buga, esta velha raposa… e o affaire dos novos povoadores

O João é uma pessoa com quem simpatizo, por variadíssimas razões. Talvez porque coincidimos em muitas coisas: ou nos amam ou nos odeiam, e enquanto os primeiros nos sobem o ego, os últimos não nos tiram o sono; daquilo que até agora conseguimos, ninguém nos deu nada; as nossas raízes singraram na mesma terra, muitas vezes regadas com suor, sangue e lágrimas; mas, sobretudo, uma das nossas maiores afinidades é que não nos casamos com qualquer “namorada” que apareça à nossa frente, por muito predisposta que ela se apresente.

Há algum tempo a esta parte, o João conheceu uma dessas “namoradas”: o affaire do novos povoadores, um grupo de malta fina e instruída que, após rigorosa selecção para saber se estavam vacinados contra nós (os indígenas) viriam para cá, através de uma empresa especialmente criada para o efeito que, a troco da módica quantia de 36.000 euros nos fornecia um pacote com doze casais - milagre que para cá viriam, não se sabia para onde, nem a fazer o quê.

Nunca falei com o J Buga sobre este assunto, mas acho que isto lhe cheirou a esturro desde o primeiro momento. Cá para mim, ele consultou o velho livro das tácticas futeboleiras que já tinha esquecido no sótão e resolveu fazer uma marcação homem a homem a este caso.

E quando o assunto foi presente à Assembleia Municipal já o João tinha a lição bem estudada e concebera a táctica que lhe permitiria saber até onde iria o seu adversário. Os novos povoadores pretendiam fazer experiências de um ano no nosso concelho e a empresa promotora queria receber grande parte do dinheiro à cabeça, sem existirem garantias que os finesses, assim que vissem tanta rapa (os velhos povoadores…) não se raspassem eles, sem deixar rasto.

Uma coisa era certa. Votar contra o projecto, era inútil. O PSD tem maioria absoluta e ninguém se atreveria a votar contra, a não ser o próprio Buga. Da oposição também não se podia esperar grande coisa, como se veio a confirmar. A oposição prefere esperar para ver, esquecida ela própria que se o projecto falhar também é responsável, já que o facto de não se ter manifestado contra lhe retira o direito moral à crítica posterior.

Tinha que ser de outra maneira mais subtil…

J BUGA, num excelente trabalho do amigo Hermínio "Cartoon" Felizardo



E como quem não quer a coisa, o João começa a propor que a estadia dos povoadores, fosse no mínimo de 18 meses, em vez do ano proposto, que as verbas que o município de Marvão iria pagar pelas novas “aquisições” fosse dividido em várias tranches, até ao fim do contrato… devagarinho, suavemente. O certo é que, quais bordalecos do antigamente, alguns membros da Assembleia picaram e aprovaram a proposta de alterações Buganiana. Permitia-se a Buga argumentar que ele não estava contra o projecto, antes pelo contrário, gostava tanto da ideia que até queria que os novos povoadores ficassem durante mais tempo!! (Aqui custa-me a acreditar, mas, se calhar, sou eu que estou a ser mauzinho em demasia…)

O caso é que a decisão foi adiada e dado conhecimento à empresa das alterações propostas pela Assembleia Municipal. E qual não foi a surpresa, quando, pouco tempo depois, a empresa comunicou ao Município que abandonava as negociações, já que, face às novas regras impostas, eles já não queriam brincar.

Conclusão: o Buga puxou da manta e os NP deixaram ver o rabinho: se estivessem de boa fé, se realmente quisessem vir, tanto vinham por 12, como por 18, como por 36 meses. Tanto lhes dava receber no princípio, ou em prestações. Mas não. À primeira abandonaram, meteram o rabo entre as pernas e pernas para que te quero…
Amigo João, ainda bem que não casaste com esta namorada. Era muito leviana…

Esta estória foi inventada por mim, pode ter acontecido assim, ou talvez não. Tem muito de verdade, e (talvez) alguma fantasia. Esta última, caso exista, só o JBuga é que sabe…

segunda-feira, 17 de maio de 2010

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Flagrantes da vida real

Francisco é um homem do partido. Não interessa que partido (são todos iguais).

No dia em que o Carlinhos, seu filho, com a irreverência dos seus 18 anitos mal educados, disse que não queria estudar mais, depois de ter chumbado 3 vezes no 10º ano, o pai percebeu que tinha um problema considerável dentro de casa.
Após meditar durante uns dias, resolveu telefonar a um colega de Partido, na altura Presidente de… qualquer coisa.

- Manuel, como estás? Tudo bem? Preciso que me faças um favor. O meu Carlinhos diz que não quer estudar mais, pá. Preciso que me arranjes um trabalho para o puto, antes que me comece a andar nos copos e na passa todas as noites… para ver se sente a necessidade de continuar a estudar.

Manuel franziu o sobrolho e pensou para os seus botões ”mais um a pendurar-se… a ver se se lembram de mim, se algum dia eu precisar…”

- Ok, amigo Francisco, não te preocupes que alguma coisa se há-de arranjar. Para isso servem os amigos, não é? Assim que tiver novidades, ligo-te.


Três dias depois, o Presidente Manuel ligou e diz:

- Assunto resolvido. O Carlinhos vai ser adjunto do Administrador Regional de Saúde. 3000 euros por mês. Tá fixe, não tá?
-Não! Isso é muito… Eu quero que ele continue a estudar!


Passados dois dias, nova chamada do Presidente para o amigo Francisco:

- Pronto, já encontrei qualquer coisa. Secretário privado de um Chefe de Gabinete. 2500 euros mês…
- Não, Manuel, isso é muito. Se ele se apanha a ganhar esse dinheiro nunca mais pensa em estudar na vida dele! Tem que ser uma coisa para ganhar 500 euros mês. Auxiliar administrativo, ou uma coisa assim…



- Ó Francisco, és cego ou quê, pá? Para esses lugares é impossível haver tachos, meu! Não sabes que é preciso abrir concursos, são centenas de concorrentes, exigem o 12º ano, experiência profissional, etc. etc.?

terça-feira, 9 de março de 2010

marvão... lunar...?



BALADA DA NEVE

Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.

É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho…

Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.

Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria…
. Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!

Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho…

Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança…

E descalcinhos, doridos…
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!…

Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!…
Porque padecem assim?!…

E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
e cai no meu coração.

Augusto Gil

terça-feira, 2 de março de 2010

segunda-feira, 1 de março de 2010

BORA AÍ LIMPAR MARVÃO!!!



Ora aqui está outra das coisas que me dará muito gosto fazer, e na qual o Fórum Marvão deve participar MUITO activamente, sob pena de eu levar o resto da vida a vociferar que isto não passa de uma cambada de teóricos com a mania que são os salvadores do mundo, mas quando toca a chegar-se à frente, rien de rien.

O projecto Limpar Portugal é muito ambicioso, e consiste numa ideia que eu sempre tive e quis por em prática no concelho de Marvão. Trata-se de localizar e classificar as lixeiras, e organizar meios humanos e materiais, para, no próximo dia 20 de Março, ir para o campo recolher toda a porcaria que tanto javardo (de duas patas) por aí deixa a solta.

Nós por cá, que podemos fazer? Podemos criar um grupo de voluntários, ou podemos entrar no grupo já existente no concelho, cujo trabalho me parece estar bastante atrasado, já que, por exemplo, poucas são as lixeiras indicadas até à data, sendo esse provavelmente o primeiro passo a dar.

Independentemente de quererem participar activamente no projecto, agradecia que todas as pessoas que tenham conhecimento de locais onde há lixos e entulhos acumulados, que nos deixem aqui essa informação para depois ela ser devidamente tratada.

Se quiserem saber mais informação sobre este projecto entrem em:

http://limparportugal.ning.com/

domingo, 31 de janeiro de 2010

100 dias

Cumprem-se hoje 100 dias da tomada de posse dos Órgãos Autárquicos, aqui no cabeço do Ibn Maruán, o galego.

Após o 23-OUT, já choveu, já fez sol, já nevou, já gelou. Digamos que já decorreu tempo suficiente para que a vida voltasse à pacata normalidade, depois de uma campanha eleitoral e um sufrágio inéditos pelo número de candidatos, mas, ao mesmo tempo, carentes de propostas que marcassem a diferença entre as próprias candidaturas, exceptuando talvez o MpM, que, curiosamente, não conseguiu representação em nenhum dos órgãos a que se candidatou.

Num concelho cada vez mais despovoado de pessoas e de ideias, a elaboração dos programas eleitorais consistiu seguramente em copiar os anteriores e acrescentar meia dúzia de pormenores de última hora, num despejar sem fim de pequenas coisitas, quase todas de gestão corrente, misturadas com os eternos chavões da habitação, educação, acção social e outras que tais.

Nada mais errado que tentar incutir nas pessoas a ideia de que possuímos a receita mágica para, em quatro anos, poder resolver todas as inúmeras carências que se foram acumulando ao longo dos tempos, aqui no nosso pequeno território ao lado de Valência de Alcântara plantado. Isso é impossível, e as pessoas sabem-no.

Neste contexto de ausência de ideais claramente divergentes, a escolha que o povo de Marvão y su campiña fez em Outubro passado, foi uma escolha pelas pessoas e pela continuidade daquele modus operandum que, durante o mandato anterior, soube satisfazer as expectativas da maioria da população.
Em termos concretos, a diferença mais marcante dos programas eleitorais do PS e do PSD centrou-se na localização da zona industrial do concelho. Os rosas defenderam a opção da fronteira, devido talvez às melhores acessibilidades e à recuperação que surgiria naquela zona degradada, verdadeiro espelho da incompetência e da cegueira dos nossos governantes lá do Terreiro do Paço.
Já os laranjas optaram por colocar a futura zona industrial em Santo António das Areias, o maior aglomerado do concelho, onde assentam as maiores tradições industriais cá do burgo. Duas opções substancialmente diferentes, ambas com nuances positivas e negativas, que poderiam, de facto, levar o cidadão a optar por uma ou outra força política. A fronteira implicaria uma maior mobilidade de pessoas, ao passo que o acesso a Santo António é mais sinuoso e complicado.

Eu cá sou dos que penso que o desenvolvimento de Santo António passa forçosamente por executar uma estrada em condições, direitinha a Valência de Alcântara e que escancare, de uma vez por todas, as portas destas duas localidades, separadas em linha recta por uma escassa dezena de quilómetros. As relações comerciais e industriais, agora inexistentes surgiriam fluentemente, em consequência da proximidade gerada e aí essa tal zona industrial iria certamente rebentar pelas costuras, e S. Marcos teria reunidas as condições de voltar a viver os momentos áureos de um passado não muito longínquo.

Mais ainda: essa via de comunicação constituiria o caminho mais perto para Espanha não só para as freguesias de Santo António e Beirã, mas também para a quase totalidade do Concelho, colocando Santo António das Areias muito mais no centro e tornando a localidade num ponto de passagem obrigatória para muita gente do lado de cá e do lado de lá do Sever.

Voltando aos programas eleitorais, os mais atentos recordarão sem necessidade de consultar, que alguns deles referiram essa obra, mas nenhum a considerou uma obra prioritária para o desenvolvimento do concelho. Eu acho que é. Questão de opções e de opiniões.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

OS OUTROS PODEM... NÓS NÃO PODEMOS???

Real Federación Española de Golf

Campos Públicos en España

(a 1 de enero de 2010)


CLUB DE GOLF LA CAÑADA (Guadiaro/Cádiz)
CLUB DE GOLF POZOBLANCO (Córdoba)
CLUB DE GOLF LA GARZA (Linares/Jaen)

CAMPO MUNICIPAL DE GOLF DE CALATAYUD (Calatayud)
CAMPO MUNICIPAL DE GOLF EL CASTILLEJO (Teruel)

CAMPO MUNICIPAL DE LA LLOREA (Gijón/Asturias)
GOLF MUNICIPAL DE LLANES (Llanes/Asturias)
CAMPO DE GOLF DE LAS CALDAS (Oviedo/Asturias)
CLUB DE GOLF LA MORGAL (Cayes-Llanera/ Asturias)
CAMPO MUNICIPAL EL TRAGAMÓN-MADERA III (Asturias)

CLUB DE GOLF NESTARES (Reinosa/Cantabria)
CAMPO MUNICIPAL DE GOLF MATALEÑAS (Santander)
CAMPO DE GOLF ABRA DEL PAS (Santander)
CAMPO DE GOLF DE LA JUNQUERA (Pedreña/Santander)

GOLF SANT JOAN (Rubí/Barcelona)
EL VALLÉS GOLF DE TARRASA (Tarrasa/Barcelona)

CAMPO DE GOLF LA LAGUNILLA (El Bonillo, Albacete)

CLUB DE GOLF EL FRESNILLO (Ávila)
CLUB DE GOLF DE SORIA (Soria)
CAMPO DE GOLF DE VILLARRIN (Zamora)
CAMPO MUNICIPAL ISLA DOS AGUAS (Palencia)
CLUB DE GOLF LA DEHESA DE MORON (Soria)
CLUB DE GOLF NAVALUENGA (Avila)
CLUB DE GOLF LAS LLANÁS (Segovia)
CLUB DE GOLF CANDELEDA (Ávila)

CLUB DE GOLF SALAS DE LOS INFANTES (Burgos)

CAMPO DE GOLF DE LOGROÑO (Logroño)

GOLF DE MEIS (Pontevedra)

CLUB DE GOLF TORRE PACHECO (Torre-Pacheco/Murcia)

CLUB DE GOLF COSTA DE AZAHAR (Castellón)

IZKI GOLF/LAGRÁN (Urturi-Lagran) (Álava)
MEAZTEGI GOLF (Ortuella/Vizcaya)

CENTRO NACIONAL DE GOLF DE LA RFEG (Madrid)
CENTRO DE TECNIFICACIÓN DE GOLF (Madrid)

CAMPO PÚBLICO DE TALAYUELA (Talayuela/Cáceres)

CLUB GALISTEO GOLF (Galisteo/Cáceres) 9 hoyos pitch & putt
CAMPO PÚBLICO DE MELILLA (Melilla) 9 hoyos
CAMPO MUNICIPAL TORRE DE HÉRCULES (La Coruña) 9 hoyos pitch & putt
Canchas
CANCHA DE LA UNIVERSIDAD PÚBLICA DE NAVARRA
CANCHA MUNICIPAL DE CIUDAD REAL LAS ALBARIZAS
ESCUELA DE GOLF DE CASTILLA Y LEÓN (Valladolid)

ESCUELA MUNICIPAL DE GOLF DE ORDUÑA (Orduña, Vizcaya)
ESCUELA PÚBLICA DE GOLF LA CARTUJA (Sevilla)

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

MARVÃO GLACIAR

Hoje tomei uma das decisões mais difíceis da minha vida. Decidi abandonar este cinzento trabalho de manga de alpaca que há quinze anos me engana a fome e pouco mais. Vou sair da Câmara e dedicar-me aquilo que gosto de fazer.

Depois da unanimidade das críticas recebidas aquando da minha primeira e recente exposição de fotografia virtual, e transportado pela humidade da baba que se acumulou na parte frontal do meu polar, resolvi saltar pela janela e dedicar-me aos audiovisuais. Aqui vos apresento a minha primeira curta metragem, aproveitando parte do material já utilizado na referida exposição, porque a vida está cara. Espero que gostem.

(E eu que pensava que só os políticos é que gostavam de críticas positivas... que ingénuo sou...)


segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

MARVÃO !?!? - DUPLO E COM MUITO GELO, POR FAVOR








































Nota do taberneiro: Se clicarem nas imagens, vão ver MUITOOO melhor.