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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

BEIRÃ

In Público



Hotelaria e pólo universitário vão dar nova vida a estação ferroviária alentejana
23.01.2013

Cinco meses depois de o último comboio ter passado pela estação fronteiriça de Beirã (Marvão, Alentejo), já há obras em curso para dar nova vida ao complexo ferroviário, evitando a sua degradação.

No espaço em que funcionou o antigo restaurante da estação ferroviária vai nascer uma "guest house" com sete quartos e dois apartamentos. Mesmo ao lado, no edifício de passageiros, deverá ser instalado um pólo da Universidade de Évora vocacionado para apoiar o desenvolvimento de trabalhos de campo na área da arqueologia.

O estabelecimento hoteleiro será uma espécie de turismo rural "low cost", concebido para captar um público mais jovem, explica Eduardo Salvador, um designer gráfico que, com a mulher e dois filhos, resolveu trocar Lisboa pela aldeia da Beirã, a poucos quilómetros da fronteira luso-espanhola.

O empresário diz que espera atrair clientes através das belezas naturais da região, da proximidade da vila fortificada de Marvão, de programas de turismo de aventura e de actividades culturais em meio rural.

Um acordo com a autarquia local, que por sua vez tem um protocolo com a Refer (empresa pública responsável pelas infra-estruturas ferroviárias), permite-lhe explorar aquela parte da estação de caminhos-de-ferro durante 25 anos, criando, para já, dois postos de trabalho directos e três indirectos.

Apesar de serem poucos, estes postos de trabalho têm algum impacto numa pequena aldeia, com uma população envelhecida, que tem perdido serviços como a estação de correios e foi vendo passarem cada vez menos comboios, o último dos quais no Verão passado.

Por se tratar de uma estação fronteiriça, Beirã era um pólo ferroviário importante, no qual trabalhavam e viviam dezenas de funcionários da CP, mas também guardas fiscais, funcionários de alfândega, despachantes oficiais e até a própria PIDE (polícia política do Estado Novo) ali tinha uma delegação. Oficinas de manutenção dos comboios asseguravam também emprego a alguns operários da CP.

O complexo ferroviário ali existente possuía alojamentos para as várias categorias profissionais, mas muitas famílias de trabalhadores da CP viviam na aldeia, que foi crescendo em torno da estação.

No edifício principal vai agora funcionar um pólo de arqueologia da Universidade de Évora. No rés-de-chão serão montados laboratórios e sala de aulas e no primeiro andar, onde vivia o chefe da estação, haverá alojamentos para alunos e professores.

Isto porque esta unidade servirá de apoio a trabalhos de campo, que vão decorrer sobretudo aos fins-de-semana e nas férias da Páscoa e de Verão. Jorge Oliveira, coordenador do Departamento de Arqueologia da Universidade de Évora, diz que Beirã é a freguesia do concelho de Marvão com mais vestígios arqueológicos porque ali passa o rio Sever, em cujas margens se podem encontrar vestígios de ocupação humana desde a Pré-História.

O projecto universitário prevê que ali decorram as aulas práticas de doutoramentos e mestrados em Arqueologia, estando previstas parcerias com universidades espanholas, tendo em conta até a proximidade com o país vizinho.

A estação da Beirã foi inaugurada em 1880, altura em que foi construído o ramal de Cáceres. Este ramal constituía um atalho na ligação a Madrid em relação à linha do Leste (via Elvas). Desde Torre das Vargens (no concelho de Ponte de Sôr), a linha serpenteia ao largo de Castelo de Vide e Marvão para atingir Valência de Alcântara, já em Espanha, e a capital provincial de Cáceres.

Por ali circulou o Lusitânia Expresso que assegurava a ligação nocturna entre Madrid e Lisboa, bem como uma ligação diurna que durou praticamente todo o século XX. O último comboio regional partiu da Beirã em 31 de Janeiro de 2011, ficando apenas o Lusitânia, que passou pela última vez em Beirã em Agosto do ano passado (presentemente circula pela Beira Alta).

Paulo Fonseca, presidente do Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana (GAFNA), diz que a utilização da estação da Beirã para outros fins é positiva porque dá vida a um património que, de outra forma, ficaria ao abandono. Mas alerta que deve ficar salvaguardado o canal ferroviário para que, eventualmente, um dia o serviço de comboios possa voltar a ser assegurado.

O dirigente associativo defende que a Refer deve fazer uma manutenção mínima na via férrea e contesta a hipótese de esta se vir a transformar numa ecopista, como acontece com outras linhas abandonadas.

"Agora estamos em crise, mas num ciclo económico favorável não é de excluir que o ramal de Cáceres possa ser utilizado para fins turísticos", disse ao PÚBLICO. Por outro lado fez notar que, apesar de a linha ter fechado do lado português, a Renfe inaugurou do outro lado da fronteira um comboio diário entre Valência de Alcântara e Madrid.

sábado, 19 de maio de 2012

Andamos tão entretidos noutros "afazeres" e depois espetam-nos mais um “Comprido”

El tren Talgo Lusitania pasará a circular por Salamanca a partir del 17 de junio, la venta de billetes por Cáceres ya se encuentra bloqueada

Así, lo denuncia el Sindicato Federal Ferroviario de la Confederación General del Trabajo de Cáceres, indicando que Renfe Operadora ya ha comunicado internamente esta decisión, así cumple los deseos de la CP, homónima en Portugal, de intentar rentabilizar el tren haciéndole circular por zonas más pobladas, como son la Beira Alta y ciudades como Coimbra y Salamanca.
17/05/2012

Según la CGT, se cumple el PET, Plan Estratégico de Transportes, de Portugal de cerrar el Ramal de Cáceres, de Torre das Vargens a Marvao-Beira, que estaba previsto a partir del 1 de enero pasado.
En este sentido, recuerda que, hace diez días, ya denuncíó que Portugal había abandonado el mantenimiento del Ramal de Cáceres para forzar el desvío y como paso previo al cierre, limitando la velocidad en 73 km a 50 km/h, una situación peligrosa con el precedente de los dos graves descarrilos que había tenido el tren en España por los mismos motivos.

A este respecto, matizaq que "en la Cumbre de Oporto de la semana pasada, se habrían puesto de acuerdo los dos países, pero no se hizo público a petición de la ministra española de Fomento, Ana Pastor, alegando “en una cumbre no se anuncia el cierre de líneas”, haciendo solamente una declaración vaga sobre el Lusitania “ambos Gobiernos tomaron nota de los trabajos realizados por el grupo que analiza el Servicio Internacional “Lusitania Tren Hotel” para encontrar una solución que posibilite la conexión ferroviaria entre las dos capitales ibéricas en condiciones de servicio atractivas y económicamente sostenibles”.

Para la CGT, con esta decisión, se pone fin a un tren que ha estado circulando por Cáceres durante los últimos 70 años, la única conexión ferroviaria de Extremadura con Portugal, el último tren de Largo Recorrido de Extremadura. Se cierra el Ramal de Cáceres, 73 km, y la línea de Cáceres a Valencia de Alcántara 97 km queda inoperativa pues, es el único tren que circulaba por ella, después de haber desviado por Badajoz el tren de mercancías Iberian Link desde enero.

Además, recuerda que, en esta línea, de Cáceres a Valencia de Alcántara, se han invertido en los últimos años 15 millones de euros en renovación de vías, asimismo se están suprimiendo 18 pasos a nivel por más de 5 millones de euros, así como mejora de andenes, edificios e instalaciones, que son todas las inversiones ferroviarias en Extremadura, financiadas  al 50 %con fondos FEDER europeos, inversiones que quedan inutilizadas, ya que esta línea de tren solo tiene sentido internacional al ser la ruta más corta entre Madrid y Lisboa.

Y, denuncia que el Alto Alentejo y la Campiña de Valencia de Alcátara quedarán aún más arrinconadas y sin la única conexión con sus capitales nacionales; matizando que "la Junta de Extremadura reivindica el Eje 16 pero pierde el tren Lusitania".

terça-feira, 6 de março de 2012

Marvão….Luta e Ganha!!!

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Foi no dia 4 de Março, o concelho de Marvão tem um campeão nacional de judo, agradeço o apoio e dedico a vitória a todos os Marvanenses.

Por: Vitor Soares

Parabéns Vitor e parabéns JUDO DE MARVÃO -----FORÇA.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Foi fácil, barato e deu milhões. E agora, quem paga?


Os portugueses andaram a viver acima das suas capacidades – já se repetiu até à exaustão. Para isso, precisaram de crédito. Crédito fácil, barato e que deu milhões a quem o deu. Pode, por isso, dizer-se que os bancos andaram a emprestar acima das suas capacidades. Os portugueses estão a pagar por isso. E os bancos, estarão?



Jornal de Negócios sex 17-02-2012 00:01

sábado, 31 de dezembro de 2011

Somente e nada mais do que Humor

Canadá: Família de portugueses chega hoje a Ponta Delgada

A família de dez portugueses deportada pelas autoridades canadianas tem chegada prevista para hoje de manhã ao aeroporto de Ponta Delgada, nos Açores, de onde seguirá depois para a sua nova morada em Rabo de Peixe.

Colaborador do Forum Marvão residente no CANADÁ, indagou e passou a notícia para nós em 1ª mão:

“Altos dirigentes canadianos reuniram à dois meses atrás para saber quem andavam a vasculhar os serviços dos seus conterrâneos ciclistas, cá por terras do Camões, tendo concluído que o mais acérrimo órgão de informação a inspeccionar e fiscalizar e a importunar, era o nosso FORUM, que não tem largado os homens dos trilhos.”

Nota do Autor: Agora vão estes e a seguir outros irão!…

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Coisas que leio…e que ajusto ao meu dia a dia!

Dez coisas que só os maus chefes dizem


16/12/2011 09:43 Dinheiro Vivo


Ajuda, encorajamento e confiança são termos estranhos aos maus chefes. Agarrados aos pequenos poderes, vêem a posição que ocupam como um meio de se afirmarem perante os outros, a maior parte das vezes em detrimento de um melhor ambiente de trabalho e maior produtividade. Aqui ficam as dez piores coisas que os maus chefes são capazes de dizer. Amiúde.

1. Se não queres este trabalho, há mais quem queira. Os bons chefes sabem que o sucesso dos seus negócios passa, principalmente, pela existência nas empresas de bons recursos humanos. Por isso, fazem o possível para se rodearem pelos melhores, estimulando-os. Já os maus gostam de lembrar constantemente quem são eles quem manda e que num minuto arranjam outra pessoa para fazer determinado serviço.

2. Não lhe pago para pensar. Isto é o que costuma dizer um mau chefe quando despreza uma ideia sugerida por um empregado. Geralmente, são pessoas que não sabem funcionar em equipa e terminam a discussão com algo do tipo “faz o que te digo e mais nada”. A vida é muito curta para trabalhar com alguém que pensa assim.

3. Não o quero ver nas redes sociais no horário de trabalho. Os grandes chefes há muito perceberam que o relógio não pode determinar a forma como se trabalha. Actualmente, os trabalhadores qualificados vivem, dormem e comem no trabalho. Cada vez mais lhes sobre pouco tempo para a vida familiar, mas como não são robôs precisam de intervalos durante o dia para ver o que se passa pelo Facebook ou as últimas novidades à venda no eBay. Os maus não percebem isso. Acham que é apenas o lazer a sobrepor-se ao trabalho. O que está errado.

4. Vou ter isso em consideração. Há expressões que nunca usamos na vida real, só mesmo nos negócios. O “vou ter isso em consideração” significa, para um mau chefe, algo como “vai morrer longe e não voltes a dirigir-me a palavra sem eu o solicitar”. Dito de outra forma: “Não vou fazer nada do que sugeriste e quero que fiques a saber que as tuas opiniões para mim valem zero”. Acaba por dar mau resultado.

5. Quem te deu autorização para fazer isso? As pessoas que vivem obcecadas com as hierarquias e as autorizações superiores devem ser evitadas a todo o custo. Não contribuem para a produtividade e têm uma visão carreirista do trabalho. Quem chefia desta forma é, regra geral, avesso à inovação e à capacidade de resolver os imprevistos no momento.

6. Pára o que estás a fazer e pega nisto imediatamente. Os bons chefes usam esta premissa muito ocasionalmente e apenas em situações de verdadeira emergência. Os mais fracos fazem-no todos os dias, esquecendo as dúzias de tarefas que já ficaram para trás por causa destas ordens...

7. Não me tragas problemas. Traz soluções. Este princípio tem origens nobres, ancoradas da percepção de muitas empresas de que os seus funcionários podiam contribuir activamente para a resolução na hora de problemas que surgem todos os dias. Mas para os maus chefes, esta expressão significa “não me chateies. Cala-te a arranja-te”, mesmo que o funcionário em causa não tenha as qualificações exigidas para solucionar o problema.

8. Parece-me que isso é um problema pessoal. Quando um chefe não consegue identificar determinados comportamentos que podem pôr em causa a harmonia no local e na equipa de trabalho e identifica algumas situações como “problemas pessoais”, pode estar a arranjar um caso bicudo. Quem lida com pessoas deve saber onde está a fronteira entre o pessoal e o profissional e, mais importante, quando se cruzam. Um chefe que não tem essa perspicácia demonstra pouca capacidade de liderança.

9. Tenho algo a dizer-te… e toda a gente pensa o mesmo. Os bons chefes sabem o momento exacto e como devem fazer sentir aos funcionários o que sentem sobre o seu trabalho. Já os maus, nunca elogiam, preferindo carregar nas críticas negativas. Os ainda piores juntam a isso o facto de pensarem que o resto da organização pensar o mesmo. Isto leva a que o trabalhador comece a não confiar em ninguém à sua volta e que toda a gente o odeia. Pelo menos até alguém lhe dizer que o mesmo chefe já fez o mesmo com outras pessoas.

10. Nos tempos que correm, é uma sorte teres emprego. O mais engraçado nos chefes que costumam dizer isto é que nunca pensam na sorte que eles próprios têm em estar empregados. Numa altura em que Portugal, por exemplo, tem 12,5% de desemprego, é o mesmo que dizer a alguém “não acredito que te consigas manter dos 87,5% da população activa”. É um verdadeiro insulto e, pior, uma tremenda falta de visão empresarial. As pessoas que vivem amedrontadas tendem a subestimar o seu potencial.

Um chefe que não sabe dizer a palavra exacta no momento certo, não contribui para a produtividade e para um bom ambiente de trabalho

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Caro funcionário público, quer trocar?

Retirado do jornal “Expresso”

Como eu o compreendo!!!!!

“Caro funcionário da República, hoje sou apenas o portador de uma mensagem do meu primo (sim, as bestas reacionárias também têm primos). O meu primo trabalha numa empresa que, como tantas outras, enfrenta imensas dificuldades.

A hipótese da falência deixou de ser uma coisa longínqua e, por arrastamento, o desemprego passou a ser um cenário possível. E é assim há muito tempo. Há muito tempo que este pesadelo está ali ao virar da esquina. Portanto, a mensagem do meu primo começa assim:

V. Exa. está disponível para trocar o seu vínculo-vitalício-ao-Estado por um contrato-ameaçado-pela-falência-e-pelo-desemprego?
Quer trocar 12 meses certíssimos por 14 meses incertos?


Depois, o meu primo gostava de compreender uma coisa. Se a empresa dele fechar, ele cairá no desemprego e terá de procurar emprego novo. Mas se a repartição pública de V. Exa. fechar, o meu caro funcionário da República irá para o "quadro de excedentários". Por que razão V. Exa. tem direito a esta rede de segurança que mais ninguém tem? Porquê?

Em anexo, o meu primo gostava de propor outra troca: V. Exa. está disponível para trocar a ADSE pelo SNS? Sim, porque o meu primo tem de ir aos serviços públicos (SNS), mas V. Exa. pode ir a clínicas e hospitais privados através da ADSE. Quer trocar?

E, depois de pensar na ADSE, V. Exa. devia pensar noutro pormenor: a taxa de absentismo de V. Exa. é seis vezes superior à das empresas normais, como aquela do meu primo. E, ainda por cima, o meu primo não tem uma cantina com almoços a 3 euros, nem promoções automáticas. Mas vai ter de trabalhar mais meia-hora por dia.

Para terminar, o meu primo está muito curioso sobre uma coisa: das milhares e milhares de famílias que deixaram de pagar a prestação da casa ao banco, quantas pertencem a funcionários públicos? Quantas? Eu aposto que são pouquíssimas.

Portanto, eu e o meu primo voltamos a colocar a questão inicial: V. Exa. quer trocar? V. Exa. quer vir trabalhar para uma empresa real da economia real que pode realmente entrar em falência e atirar os empregados para a realidade do desemprego? V. Exa. quer trocar a síndrome do funcionário público pela síndrome do desemprego?”

Henrique Raposo, A Tempo e a Desmodo


(http://www.expresso.pt/)

8:00 Quinta feira, 24 de novembro de 2011

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/caro-funcionario-publico-quer-trocar=f689960#ixzz1ecYIcXuQ

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Carta Aberta ao Exmo. Sr. Primeiro-Ministro via Facebook

Exmo. Sr. Dr. Pedro Passos Coelho. Sou um contribuinte fraquinho para o Estado pois os meus proventos são somente do trabalho por conta de outrém, mas daí a ter que pagar os luxos dos outros, sou totalmente contra.

Qual o porquê de cortarem no meu Subsidio de Natal, para se pagar o despesismo exagerado ao longo dos anos, efectuados por pseudo-políticos, que so se serviram do País para uso próprio ou dos seus famliares. Informo também o Sr. Primeiro-Ministro que só por raras vezes fiz férias, mas precinto que nunca mais terei a ousadia de ir ao Hall-Garve.

Nunca recebi dinheiros vindos da EUROPA, por isso aconselho o seu "Governo" a começar a recolha de fundos por quem recebeu milhões de subsídios e nada fez com eles, a não ser o aumento da venda de jipes e moradias a beira-mar, por quem teve a sorte de os receber.

Mais triste fico por saber que ao estar a contribuir agora para o levantamento do País, serei também mais um dos que morreram à fome (juntamente com os meus), e que quando por ventura voltar a haver fundos, estes mesmo sejam para as barrigas dos agora famintos banqueiros, políticos, corruptos, ladrões, etc..

Assim sendo, espero que não acabem com o Subsídio de Funeral, pois o povo português agradece, juntamente com as funerárias, pois neste cenário nem as floristas se safam.

Clarimundo Lança

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Retirado do Facebook

As 40 Medidas "pensadas" por Passos Coelho para sairmos da crise…….
Estas 40 medidas vêm em seguimento de todas as outras que tem tomado desde que é primeiro ministro.
Não devemos ter dúvidas, de que somos governados por uma excelente “Cabecinha Pensadora”……..
As 40 Medidas pensadas por Passos Coelho para sairmos da crise…….


1. Por cada neto que nascer vão ter de morrer 2 avós.
2. Comércio tradicional vai pagar IVA de XXIII %.
3. Trabalho escravo regressa mas apenas com contratos a prazo.
4. O eléctrico 28 vai fazer a ligação Alfama - Sines - Salamanca em bitola alfacinha.
5. Governo vai aumentar a segunda-feira para 48 horas.
6. Subsídio de Natal vai ser um par de meias.
7. Horas extraordinárias vão ser pagas com desenhos do filho do ministro das Finanças.
8. Metro do Porto vai voltar a ser uma piada.
9. O IVA do vinho depende do que se aguenta.
10. Bancos vão poder servir mini-pratos ao balcão.
11. Diferença horária para os Açores vai aumentar 15%.
12. Quebra de produção com feriados santos vai ser compensada com trabalho forçado de padres .
13. Casais com mais de 3 filhos vão ter de abater 1.
14. Taxas moderadoras podem ser pagas com sexo.
15. Reformas antecipadas congeladas até Manoel Oliveira parar de filmar.
16. TSU de empresas de empresários supersticiosos cai 13%, se eles quiserem, eles é que sabem…
17. Juízes perdem subsídio de renda e vão passar a ir dormir a nossa casa.
18. Pensionistas do Estado com pensões inferiores a 485 euros vão poder trocar consultas por órgãos.
19. TSU de empresas com gestores com hipermetropia vai descer 0,0000000000000001 pontos.
20. IVA dos restaurantes pode ser levado para casa.
21. Portuguesas com um sexto sentido vão ter que desistir de um dos outros.
22. Vão haver portagens à saída das maternidades.
23. São proibidos ajuntamentos de mais de 3 pessoas junto das caixas multibanco.
24. IVA da Coca-Cola aumenta se agitarem as embalagens.
25. Desempregados vão formar empresa de logótipos humanos para eventos em estádios.
26. Vai haver portagens à entrada do tribunal de Oeiras.
27. Madeira vai ser alugada para experiências nucleares.
28. EPAL vai cobrar taxa nos sonhos húmidos.
29. Pelo princípio do utilizador-pagador, pessoas com três rins vão pagar mais taxa de esgoto.
30. RTP fica só a dar música sacra até à Páscoa.
31. Portugueses nascidos a 29 de Fevereiro vão deixar de ter documentos.
32. TSU das empresas de pesca vai descer assim (fazer gesto do tamanho que quiser com as mãos).
33. TAP vai fazer a ligação por terra Sines-Entroncamento.
34. Militares vão substituir bombeiros nos seus deveres conjugais.
35. Reformados que ultrapassam a esperança média de vida proibidos de andar na rua.
36. TSU das empresas de Duarte Lima vai descer sete palmos.
37. As SCUT vão poder ser percorridas a pé por metade do preço.
38. Castrados vão perder o abono de família.
39. Escolas passam a distribuir rações de combate ou em alternativa refeições da TAP.
40. A força vai passar a ser igual a metade da massa vezes a aceleração.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

II CD CANT’AREIAS “Sete Enganos”

livro-capa-e-contracapa

Apresentação dia 20 de Novembro de 2011, no Grupo Desportivo Arenense, em Santo António das Areias, pelas 16 Horas.

Aparece.

sábado, 15 de outubro de 2011

O que quereria roubar?

Estes sim temos que prender, os que nos roubam diariamente, não!!!!



Correio da Manhã


Portalegre: Arma no hospital

Um idoso de 83 anos foi ontem detido pela PSP no interior do Hospital de Portalegre por se encontrar na posse de uma arma de fogo, uma pistola calibre 6,35 mm, com o respectivo carregador, que não continha munições. O homem foi constituído arguido e sujeito a termo de identidade e residência.

Nota do autor:
Ao que parece e apurei, o sr. já levava duas (2) enfermeiras de 28 aninhos debaixo da sua gabardina á inspector COLUMBO.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

A crise é um negócio

http://www.ionline.pt/conteudo/140081-a-crise-e-um-negocio

por Nuno Ramos de Almeida, Publicado em 29 de Julho de 2011

O milionário Warren Buffett, o terceiro homem mais rico do mundo de 2011 segundo a revista “Forbes”, comentou um dia as reduções multimilionárias aos impostos dos mais ricos dos EUA, fazendo notar que a sua empregada doméstica tinha uma taxa de imposto maior que ele. Para Buffett era claro que se vive uma guerra de classes e que, diz ainda, a classe dele “está a ganhar esta guerra”.

Quando ouvimos que a crise toca a todos e que é uma espécie de peste negra que une a pátria esbaforida em uníssono, devemos perceber que no barco não estamos todos. Parte daqueles cujos interesses comandaram o Titanic luso já estão em bom porto.

Segundo a revista “Exame”, os ricos estão mais ricos. As 25 maiores fortunas em Portugal somam 17,4 mil milhões de euros, 10,1% do PIB português, o que corresponde a uma subida de 17,8% face a 2010 . Quando nos falam em crise pedem-nos sacrifícios, mas são sempre os mesmos que os fazem. Quem trabalha vai passar a ser despedido com uma mão à frente e outra atrás, os transportes vão aumentar, a saúde será tendencialmente paga a preço de custo e o ensino superior será só para quem tem dinheiro. Esta crise é uma revolução política que dará aos mais ricos todo o poder e muito mais dinheiro.

Nuno Bragança escreveu em “A Noite e o Riso”: “Os pobres são os degraus da escada que conduz os ricos ao céu.” Uma coisa é certa, no fim desta crise os ricos estarão no paraíso. Adivinhe quem vai estar no inferno.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Uff…finalmente laranja!

Agora sim finalmente os empresários vão pagar os salários aos seus funcionários a tempo e horas. O valor do recibo corresponde na integra ao que consta da transferência bancária. Uff finalmente os empresários vão pagar os impostos correctos ao fisco, sem fugas nem offshore’s.

Os funcionários públicos já não levam o jornal para o emprego e aquando das pontes-feriados vão trabalhar que nem cordeirinhos inclusivé no feriado, e ainda passam pelo serviço no sábado de manhã.

Uff finalmente os professores vão ensinar nas escolas, os médicos dar consultas nos centros de saúde e urgências.

Uff finalmente os bancos vão emprestar dinheiro a taxas pouco acima do zero e sem cobrar as famigeradas comissões e pagar como qualquer empresa sediada no LARANJAL o IRC a taxas idênticas.

Uff finalmente a justiça apanha de manhã e julga á noite, etc., etc., etc..


Uff…Uff…Uff…Uff…até mais infinito Uff…Uff.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Viu-se livre do príncipe!…Yes!

Sai dois mortais encarpados…

É só mais um vigário-malabarista, temos cá tantos.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Para os mais distraídos.

Notícia extraída da Rádio Portalegre de 15/02/2011

“A Escola Secundaria de S. Lourenço representou Portugal em Estrasburgo no Euroescolas.
Imagem Activa

O Hemiciclo do Parlamento Europeu, recebeu no dia 10 de Fevereiro, 500 jovens de 21 países da União Europeia. Os alunos da Escola Secundária de S. Lourenço, foram Eurodeputados por um dia.

O EUROESCOLA traduz-se na realização de diversas sessões de um dia no hemiciclo, em Estrasburgo e pretende familiarizar os jovens com o funcionamento das instituições europeias, consciencializá-los sobre a sua condição de cidadãos europeus e a sua intervenção na organização futura da Europa e oferecer-lhes uma tribuna onde possam exprimir as suas opiniões pessoais e valorizar o seu envolvimento no projecto europeu.

Os jovens que participam neste concurso integraram-se em seis comissões multilingues fazendo uso dos seus conhecimentos linguísticos e trocando experiências, pontos de vista e expectativas. Os alunos puderam discutir e apresentar moções de entre 6 temas:

- Papel dos valores da Europa no mundo;- 2011 Ano Europeu do voluntariado; - Ambiente e energias renováveis;- Liberdade de informação e cultura da cidadania; - Democracia e cidadania;- Futuro da Europa.

A fase final desta iniciativa europeia terminou com o Concurso Eurogame onde esteve presente a aluna Mónica Lança(Santo António das Areias-MARVÃO). Na final deste jogo, quatro equipas, com alunos de várias nacionalidades, confrontaram-se, respondendo a perguntas que lhe foram dirigidas, alternadamente a elas e ao hemiciclo. A sua equipa terminou em primeiro lugar.

Paralelamente, os professores tiveram oportunidade de partilhar entre eles as diferentes realidades de cada país e no periodo da tarde participaram numa reunião de onde resaltou o facto de Portugal ser o unico país com blocos de aula de 90 min. e em que os alunos estão mais tempo na escola.

No fim, os alunos portugueses foram unânimes em que a experiência tinha sido muito gratificante, afirmando que “Nós os jovens somos o futuro da Europa.

A delegação oficial da Escola Secundaria de S. Lourenço, incluiu 24 alunos Madalena Luis, Catarina Oliveira, Luis Almeida, Catarina Marmelo, Raquel Miranda, Tiago Rosa, Ana Neves, José Constantino, Andreína Esteves, Inês Pereira, Rodrigo Roque, Miguel Marques(Santo António das Areias-MARVÃO), Cátia Neto(Santo António das Areias-MARVÃO), António Moura, Susana Pacheco, Luís Barata, Ana Lucindo, João Durão, Petro Savchyn, Andreia Sequeira, Danilo Candeias, Monica Lança (Santo António das Areias-MARVÃO), Pedro Elvas, Cecília Cruz e dois professores Jorge Vilhais e Luísa Moreira (coordenadores do projecto na escola).

A esta Delegação e a convite do Parlamento Europeu, juntou-se a reportagem da Rádio Portalegre que registou a excelente participação da escola neste programa.

José Nabo”

Fotoreportagem

http://fotos.sapo.pt/radio_portalegre/albuns/?aid=1&slideshow

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Duas Pizzas por favor!

- Telefonista: Pizza Hut, boa noite!
- Cliente: Boa noite, quero encomendar Pizzas...
- Telefonista: Pode-me dar o seu NIN?
- Cliente: Sim, o meu Número de Identificação Nacional é o 6102 1993 8456 5463 2107.
- Telefonista: Obrigada, Sr. Lacerda. O seu endereço é na Avenida Paes de Barros, 19, Apartamento 11, e o número do seu telefone é o 21549 4236, certo? O telefone do seu escritório na Liberty Seguros, é o 21 574 52 30 e o seu telemóvel é o 96 266 25 66, correcto?
- Cliente: Como é que conseguiu todas essas informações?
- Telefonista: Porque estamos ligados em rede ao Grande Sistema Central.
- Cliente: Ah, sim, é verdade! Quero encomendar duas Pizzas: uma Quatro Queijos e outra Calabresa...
- Telefonista: Talvez não seja boa ideia...
- Cliente: O quê...?
- Telefonista: Consta na sua ficha médica que o senhor sofre de hipertensão e tem a taxa de colesterol muito alta. Além disso, o seu seguro de vida proíbe categoricamente escolhas perigosas para a saúde.
- Cliente: Claro! Tem razão! O que é que sugere?
- Telefonista: Por que é que não experimenta a nossa Pizza Superlight, com Tofu e Rabanetes? O senhor vai adorar!
- Cliente: Como é que sabe que vou adorar?
- Telefonista: O senhor consultou a página 'Receitas Gulosas com Soja' da Biblioteca Municipal, no dia 15 de Janeiro, às 14:27 e permaneceu ligado à rede durante 39 minutos. Daí a minha sugestão...
- Cliente: Ok, está bem! Mande-me então duas Pizzas tamanho familiar!
- Telefonista: É a escolha certa para o senhor, a sua esposa e os vossos quatro filhos, pode ter a certeza.
- Cliente: Quanto é?
- Telefonista: São 49,99.
- Cliente: Quer o número do meu Cartão de Crédito?
- Telefonista: Lamento, mas o senhor vai ter que pagar em dinheiro. O limite do seu Cartão de Crédito foi ultrapassado.
- Cliente: Tudo bem. Posso ir ao Multibanco levantar dinheiro antes que chegue a Pizza.
- Telefonista: Duvido que consiga. A sua Conta de Depósito à Ordem está com o saldo negativo.
- Cliente: Meta-se na sua vida! Mande-me as Pizzas que eu arranjo o
dinheiro. Quando é que entregam?
- Telefonista: Estamos um pouco atrasados. Serão entregues em 45 minutos. Se estiver com muita pressa pode vir buscá-las, se bem que transportar duas Pizzas na moto, não é lá muito aconselhável. Além de ser perigoso...
- Cliente: Mas que história é essa? Como é que sabe que eu vou de moto?
- Telefonista: Peço desculpa, mas reparei aqui que não pagou as últimas prestações do carro e ele foi penhorado. Mas a sua moto está paga e então, pensei que fosse utilizá-la.
- Cliente: Foooddddddd.......!!!!!!!!!
- Telefonista: Gostaria de pedir-lhe para não ser mal educado... Não se esqueça de que já foi condenado em Julho de 2006 por desacato em público a um Agente da Autoridade.
- Cliente: (Silêncio).
- Telefonista: Mais alguma coisa?
- Cliente: Não. É só isso... Não. Espere... Não se esqueça dos 2 litros de Coca-Cola que constam na promoção.
- Telefonista: O regulamento da nossa promoção, conforme citado no artigo 095423/12, proíbe a venda de bebidas com açúcar a pessoas diabéticas...
- Cliente: Aaaaaaaahhhhhhhh!!!!!!!!!!! Vou atirar-me pela janela!!!!!
- Telefonista: E torcer um pé? O senhor mora no rés-do-chão...!

Assim vai ser o nosso futuro!!!

Cruzamento de dados em 2019
Depois não digam que eu não avisei!

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Segundo o Jornal “O Público”

Parque Natural da Serra de São Mamede acolhe Observatório Regional para a Energia

Parque Natural da Serra de São Mamede (PNSSM) vai acolher um Observatório Regional para a Energia (ORE), anunciou a Agência Regional de Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo (AreanaTejo), entidade promotora do projecto.

"O ORE surge como uma necessidade de possuir um ponto físico para divulgar os resultados dos trabalhos feitos pela AreanaTejo sobre a carta da energia", explicou Tiago Gaio, da Areanatejo, em declarações à agência Lusa.

De acordo com o responsável, o projecto vai ser desenvolvido na sede do Parque Natural, situada na Quinta dos Olhos d´Agua, na Portagem, concelho de Marvão (Portalegre).

"O projecto vai estar em funcionamento no final do verão. Em Setembro já deve de estar à disposição de todos aqueles que visitam o PNSSM", declarou.

O ORE vai operar como uma "espécie de quiosque informático" onde vão estar disponíveis vários dados para os visitantes do PNSSM analisarem, uma área lúdica e uma área de informação e sensibilização para os turistas. "Este projecto vai estar integrado num circuito que o PNSSM está a desenvolver e que abrange outros temas, nomeadamente a água e os resíduos. O tema sobre a energia será da responsabilidade da AreanaTejo", adiantou.

Segundo Tiago Gaio, a iniciativa que a AreanaTejo vai apresentar contém um conjunto de informações sobre boas práticas energéticas e ambientais, de sensibilização e ainda dados sobre energias renováveis com a respectiva explicação teórica de cada uma dessas vertentes.

O quiosque do ORE vai também acolher uma área dedicada ao público mais jovem, com vários jogos interactivos e informações sobre a região, bem como as iniciativas que estão a ser desenvolvidas nesta mesma zona sobre a componente das energias renováveis.

O ORE, que contou com um investimento de 40 mil euros, está inserido no projecto "Norte Alentejo Sustentável", financiado pelo Programa Operacional Regional do Alentejo (InAlentejo).

No entanto, Tiago Gaio explicou ainda que a AreanaTejo e o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), entidade que tutela o PNSSM, têm em curso um outro projecto de "continuidade" dirigido à gestão florestal.

"Vamos criar um plano de gestão florestal da área de intervenção do PNSSM com o objectivo de manter a mancha florestal definida e que tenha como contributo a absorção de CO2 (dióxido de carbono). Este projecto está inserido no projecto Norte Alentejo Mais Sustentável", revelou.

Através deste projecto, explicou ainda o responsável, haverá um "contributo para a neutralidade carbónica da região, em conjunto com a questão relacionada com os consumos de energia" auferidos naquela zona do Alentejo. Ambos os projectos (ORE e Gestão Florestal) contam com um investimento de cerca de "400 mil euros".

A AreanaTejo foi criada em 2002, no âmbito de um trabalho em conjunto entre as quinze autarquias que compõem o distrito de Portalegre.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Crise qual crise?.....

Segundo o que li no Jornal Sol e que passo a transcrever:

Compras de Dezembro pagavam o novo aeroporto de Lisboa


Os portugueses baterem recordes na utilização de cartões multibanco entre 1 de Dezembro e 2 de Janeiro último. Os pagamentos efectuados davam para pagar o novo aeroporto de Lisboa. Os levantamentos pagavam duas vezes o buraco do BPN.

A crise existe, mas o apelo ao consumo falou mais alto no último mês de 2009. Entre 1 de Dezembro e o segundo dia de 2010, os portugueses pagaram compras no valor total de 3134 milhões de euros com cartão multibanco e levantaram 2616 milhões de euros em igual período.

Segundo a Sociedade Interbancária de Serviços (SIBS), foram realizadas 38 milhões de operações de levantamento de dinheiro, com um valor médio de 69 euros cada, e foram efectuados 71 milhões de pagamentos com cartão. Cada compra custou em média 44 euros.

Os valores são ainda mais significativos quando colocados em perspectiva. As compras realizadas com cartão davam para pagar a totalidade de um novo aeroporto internacional para a capital portuguesa - o projecto de Alcochete está avaliado em cerca de 3 mil milhões de euros.

Já o dinheiro que os portugueses levantaram durante Dezembro para comprar as prendas de Natal e pagar as despesas correntes bastava para tapar o buraco financeiro do Banco Português de Negócios, oficialmente estimado em cerca de 1.8 mil milhões de euros.
SOL