quinta-feira, 28 de junho de 2012
o fado negro lusitano
terça-feira, 29 de maio de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
TDT com cobertura muito pouco eficaz no Concelho de Marvão
terça-feira, 8 de maio de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
Pastel de nata - Uma solução para portugal
O ministro da Economia deu a receita para o combate ao défice e dívida externa, apontando a abertura das empresas portuguesas aos mercados internacionais. Na conferência do DN “Made In Portugal”, Álvaro Santos Pereira assinalou a internacionalização da economia nacional como um desígnio que ganhará prioridade.
Para dissipar dúvidas do que é esta tarefa agora assumida pelo executivo, o governante deixou um exemplo de produto nacional a ser mais valorizado lá fora: o pastel de nata. O que valeu posições ambivalentes no seio do PS.
Na abertura da conferência promovida pelo “Diário de Notícias”, o ministro da Economia arrancou para um discurso cheio de críticas, apontando a incapacidade e o “falhanço” do país em fazer sair para os mercados externos o que tem de melhor. Liminarmente, Santos Pereira admitiu que Portugal “tem falhado na estratégia de internacionalização dos produtos”.
“Só apostando sem o mínimo de dúvidas neste desígnio nacional que é um país mais exportador é que iremos combater este défice externo e esta dívida externa”
“Até agora, essa marca Portugal nunca verdadeiramente arrancou. E não arrancou por uma simples razão: tem falhado a estratégia de internacionalização, não tem sido um desígnio nacional”, lamentou Álvaro Santos Pereira, para assinalar o início de uma nova era.
Defendendo que “só apostando nas exportações, só apostando sem ter o mínimo de dúvidas neste desígnio nacional que é um país mais exportador, é que iremos combater este défice externo e esta dívida externa”, o responsável máximo pela pasta da Economia garante que a falta de atenção ao que o país tem de melhor para oferecer “acabou, a partir de agora as exportações, a internacionalização da economia portuguesa, são o principal desígnio nacional”.
Aquando da adesão de Portugal à comunidade económica, falava-se numa europa das nações e das regiões.
Relativamente ao que foi anteriormente exposto, a aposta nos produtos nacionais e regionais podia ser de facto um dos caminhos, tendentes a relançar a economia nacional e equilibrar a balança de pagamentos.
Para relançar a macroeconomia, temos de começar pela microeconomia.
No concelho de Marvão há produtos de qualidade excelente, nomeadamente os enchidos, que poderiam ombrear com produtos similares, existentes aqui mesmo ao lado, na vizinha Espanha, como é o caso do presunto ibérico. Os nossos vizinho têm sido mais assertivos no que concerne à internacionalização dos seus produtos.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Sinopse do ano político nacional
Eis-nos chegados ao FIM de 2011, com FMI à perna. Que 2012 traga dias melhores, embora saibamos que as sombras são muitas.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
sábado, 19 de novembro de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
IV PECado mortal em Portugal
"Sócrates parece aqueles velhinhos que se metem pelas auto estradas em contra-mão, com o Teixeira dos Santos no lugar do morto, a gritarem que os outros é que vêm ao contrário. De rabo entre as pernas, fartinhos de saberem que estavam errados, não conseguem agora disfarçar o mal que nos fizeram.
Ainda estão a despedir-se, agradecidos, do Constâncio, e já dão a mão a Passos Coelho, que lhes jura que conhece uma saída perto e sem portagem. Estamos bem entregues! Vão-nos servindo a sopa do Sidónio, à custa dos milhões que ainda recebem da Europa, andam pelo mundo fora sem vergonha, de mão estendida, a mendigar e a rapar tachos, tratados pelos credores como caloteiros perigosos e mentirosos de má-fé.
Quando Guterres chegou ao Governo, a dívida pouco passava dos 10% do PIB. 15 anos de Guterres, Barroso, Sócratese de muitos negócios duvidosos puseram-nos a dever 120% do PIB. Esta tropa fandanga deu com os burrinhos na água, não serve para nada e o estado do próprio regime se encarrega de o demonstrar.
Falharam todas as apostas essenciais . Todos os dias se mostram incapazes. Mas com o Guterres nos refugiados, o Sampaio nos tuberculosos e na Fundação Figo, o Constâncio no Banco Central e o Barroso em Bruxelas, a gente foge para onde?"
domingo, 23 de janeiro de 2011
Necrópole da herdade dos Pombais: testemunhos fotográficos
Na década de 80 do pretérito século XX participei durante três épocas nas escavações de espólio romano e Visigótico na Necrópole da herdade dos Pombais (Concelho de Marvão).
Aquelas estruturas que tanto trabalho deram a pôr a descoberto... foram todas soterradas por ordem da proprietária dos terrenos às quais pertenciam.
É o destino reservado a grande parte do património de inegável interesse patrimonial e histórico do nosso país. Para memória futura, aqui apresento algumas fotos de alguns momentos de trabalho, de lazer e das estruturas em causa.
Estas escavações eram da responsabilidade da Dª e Historiadora, Cristina Fernandes, coadjuvada pela sua irmã, também professora de História: Dulce Helena Fernandes. É possível identificar aqui alguns nativos marvanenses, muito mais novos e frescos que na actualidade. O tempo “ Esse maganão”, não perdoa.
Hermínio Felizardo
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Feliz Ano Novo
Para todos os Marvanenses, residentes ou não, ausentes ou a trabalhar no estrangeiro e respectivas famílias desejo um Bom Ano Novo, de preferência com as FINANÇAS a subir. No horizonte de muitos portugueses há muitas nuvens sombrias, ainda assim vamos todos fazer das fraquezas forças !
Cumprimentos:
Hermínio Felizardo
segunda-feira, 28 de junho de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Passos Largos

Coloco aqui este "cartoon ", que considero ser apropriado relativamente à actualidade da política nacional .
domingo, 20 de dezembro de 2009
Em águas de bacalhau

O presente “post”, ou artigo de opinião, como lhe queiram chamar, não reza sobre o fiel amigo dos portugueses, ou das mil e uma maneiras de o cozinhar ( o bacalhau, entenda-se ) . Pretende ser uma reflexão, sobre as águas pantanosas em que parece ter mergulhado a justiça portuguesa, há cerca de trinta anos a esta parte .
"A democracia, a pior forma de governo imaginável, à excepção de todas as outras que foram experimentadas", como dizia Winston Churchill, também tem lados lunares e sombrios, como parecem ser, os casos mais mediáticos, inerentes à justiça portuguesa, nas últimas três décadas .
Começando pelo caso, envolvendo a morte misteriosa e nebulosa de Sá Carneiro, muito se escreveu ; mais se especulou : acidente afirmaram uns; atentado, asseveraram outros; foram feitas peritagens, por especialistas conceituados e experimentados em casos similares .
Houve ou não explosão a bordo do bimotor ? Que engenho esteve na origem da mesma ? Quem o montou ? Quem ordenou e preparou o presumível atentado ?
No meio de tanto mediatismo e tanta verborreia, vieram alguns nomes a lume, mas ninguém parece saber verdadeiramente o que se passou . As palavras de ordem foram :
- Arquive-se !
- Inconclusivo !
- Não agitar ! Muito frágil ! Mantenha-se em águas pantanosas - de bacalhau !
Em casos mais recentes, como a queda da ponte Hintze Ribeiro, com as consequências trágicas sobejamente conhecidas, novamente a grande montanha pariu um rato ! Muitas horas de directos televisivos, a filmar os escombros da dita ponte, até ao ponto em que a notícia já devia ter deixado de o ser, de tanta persistência em mostrar os despojos da tragédia e das tentativas vãs, de resgatar os corpos das pobres vítimas, engolidas por um rio em cavalgada furiosa .
Com tanta avidez mórbida, chegaram ( pasme-se ) a organizar-se excursões para ir ver o que restava da centenária e caduca ponte.
Veio a costumeira verborreia, sob a forma de debates televisivos ; entrevistas a familiares das vítimas ; foram feitas especulações sobre o que teria estado por trás do acidente :
- Falta de manutenção ?
- Irresponsabilidade e negligência por parte das entidades, a quem cabe zelar e aferir relativamente à segurança deste tipo de estruturas ?
- Extracção abusiva de areias do leito do rio, pondo em causa a segurança dos pilares ?
- Negligência por parte do poder local ?
Um a um, aqueles a quem foi apontado o dedo, foram sacudindo a água do capote . A culpa morreu praticamente solteira, como é sabido . Em águas de bacalhau, como convém : - Arquive-se !
Não me vou alongar relativamente ao caso Casa Pia, a montanha que também está grávida de um ratinho, que tarda muito em nascer, pois o líquido amniótico está a transformar-se em águas de bacalhau, como convém e é da praxe.
Também aqui se instalou o habitual circo mediático , como é sabido, à mistura com reflexões sérias e fundamentadas que também as há e ainda bem :
Foram ouvidas as vítimas, constituíram-se arguidos; entraram juízes; saíram juízes . Foram presas preventivamente, figuras muito destacadas no panorama político e audiovisual .
Isto já foi de mais ! Era necessário mudar o código do processo penal e a prisão preventiva . Não fica bem a um país decente, ir prender figuras públicas, à casa da democracia.
A montanha há-de parir o seu ratinho, só não se sabe quando!
A sua fisionomia ( a do ratinho) deve ser muito parecida, com o outro roedor, que nasceu do processo apito dourado, outra montanha com altitude muito superior à encosta de Marvão .
O caso Madeleine McCann, é outro caso paradigmático e enigmático, da frágil investigação e do poder da justiça portuguesas . Abstenho-me aqui de delinear os seus contornos, pois são sobejamente conhecidos.
Muito foi dito; muito foi especulado , o caso correu o mundo; pronunciaram-se especialistas criminais; jornalistas ; foram defendidas duas teses : a de rapto por parte dos progenitores e amigos ; a de morte acidental e ocultação de cadáver, defendida pela equipa da judiciária que investigou o caso.
Neste processo intervieram quase todos os sectores da sociedade: da política; do desporto; da justiça; da religião ( até o próprio papa ) . Toda a gente teve opinião, alicerçada em fundamentos maioritariamente vagos . Foram escritos livros, por parte de especialistas criminais (como Gonçalo Amaral ) e jornalistas, cada um apresentando a sua tese, com edições esgotadas, como convém .
Depois de tantas opiniões e outras tantas teses, alguém sabe verdadeiramente o que terá acontecido ? Alguma vez se saberá ?
Far-se-á luz sobre o que se passou na aldeia turística, com esse nome ? O que temos é um vasto e sombrio manto de escuridão .
- Arquive-se ! Manter na horizontal ! Muito Frágil !
E no caso Joana ? Aqui houve condenações ! mas está tudo devidamente esclarecido ?
No meio disto tudo, Vale e Azevedo foi condenado : É a excepção que confirma a regra . A poesia de Camões sobre o desconcerto do mundo, assenta-lhe como uma luva :
“Os bons vi sempre passar
No mundo graves tormentos;
E, para mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado.
Assim que, só para mim,
Anda o mundo concertado.”
A inspiração para este “ post”, emerge de um artigo de opinião poderoso, da autoria de Clara Ferreira Alves, do qual apresento aqui um excerto :
(…) “ Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa “ (…) .
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Anjos e demónios de Saramago
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Escorregadelas eleitorais


À semelhança de actos eleitorais anteriores, também nestas legislativas, as principais forças políticas mais penalizadas nas urnas, não assumiram na integra, as responsabilidades inerentes a este facto . O PS perdeu uma fatia considerável da sua representação parlamentar, ainda que tenha cantado vitória, com um sorriso algo amarelo do seu líder . O seu eleitorado terá convergido para o Bloco de Esquerda (isto é apenas uma leitura possível ) e para abstenção .
O PSD, não conseguiu convencer o seu eleitorado a dar-lhe a vitória . Eleitorado este, que terá engrossado as fileiras do Partido Popular : A estes factos não são alheios os seguintes factores:
Falta de carisma da sua líder ; guerras intestinas que se vêm prolongando ; campanha amorfa e vazia de ideias, apenas sustentada no endividamento externo , nas presumíveis escutas, no défice democrático e na polémica das grandes obras públicas : TGV e aeroporto .
É indubitável que o Bloco de Esquerda e o Partido Popular, saíram reforçados deste acto eleitoral, tendo a CDU descido para o primeiro lugar da liga dos últimos .
Com estes dois “bonecos”, procuro fazer uma análise sumária do que se passou no pretérito Domingo de eleições .
sábado, 19 de setembro de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
caricatura de Manuela Ferreira Leite























