quinta-feira, 12 de abril de 2012

Bibliotecas e Arquivos à deriva...

6 comentários:

Isabel I disse...

A direita receia a cultura. As primeiras medidas dos governos e do poder local de direita é cortar na cultura. A direita é pouco culta, gosta de touradas, de caçadas, de matanças e outras práticas ancestrais a que chama tradições. Também aprecia ranchos folclóricos mas pouco. A direita não lê, prefere a TVI, a direita quer lá saber de Bibliotecas e Arquivos!

A.Oliveira disse...

Enfim... parece que a esquerda gosta de generalizações e de lugares comuns básicos...

Isabel I disse...

E a direita gosta de quê?

Mac disse...

A que vem aqui, não sabe bem do que gosta. Mas, definitivamente, gosta de escrever encoberta.

Artur Sequeira Portela disse...

O irmão número um decide quem é culto e quem não é. O irmão número um decide o que é bárbaro e o que não é. O irmão número um sabe as motivações das multidões anónimas e conhece o significado simbólico das suas celebrações. O irmão número um sabe e decide que bichos podem morrer e de que modo, da lombriga à baleia azul. O irmão número um vê e conhece quando e como a vida nasce, quando a ameba passou ao celacanto ou quando a célula passou ao ser humano. O irmão número um aponta-nos o caminho da montanha do progresso, porque ele já lá está, no cume, à nossa espera. O irmão número um apenas pretende levar-nos, pela sua mão, a partilhar a sua proximidade moral e ética aos deuses, que (apesar de ele gostar de dizer que não existem) lhe cochicham ao ouvido as verdades eternas. Obrigado, irmão número um! Obrigado, porque, às vezes, um gajo vê as injustiças do mundo, vê os ricos ficarem mais ricos e os pobres ficarem mais pobres, vê os poderosos maltratarem e troçarem dos mais fracos, vê os cromos da bola a pôr os filhos em escolas de padres e falar de spas, da neve e de sushi e dá por ele a pensar: é pá, se calhar eu devia ser de esquerda? Vá lá que, depois, lê-se o irmão número um e fica-se curado dessas tentações! Longa vida ao irmão número um e viva a Liberdade!

Mac disse...

Mao nem por por isso. Já agora Che.