segunda-feira, 6 de junho de 2011

PSD: Ganha pela 1ª vez Legislativas em Marvão!

O PSD ganha pela primeira vez, na história da Democracia, umas Eleições Legislativas em Marvão, obtendo uma percentagem de 41,6 %, mais cerca de 8% que o Partido Socialista que não foi além dos 33,9%.


Nas freguesias o PSD venceu em SS da Aramenha (46,8%) e Sª Maria (44,6%); enquanto o PS venceu em SA das Areias (40,0%) e Beirã (38,4%).

Freguesias










No Distrito de Portalegre o PSD também venceu 32;5 %, à frente do PS que obteve 32,4%, elegendo cada um dos partidos um deputado cada: Cristóvão Crespo (PSD) e Pedro Marques (PS). Ainda nos 15 concelhos do distrito o PSD venceu em 8 concelhos, o PS em 6, e a CDU em Avis.





Também a nível nacional o PSD foi maioritário (38,6%), 10 pontos percentuais à frente do PS (28,0%), e Pedro Passos Coelho será o próximo 1º Ministro.

Passadas as eleições urge agora olhar para a frente, tendo em conta que a herança é pesada e uma tarefa hercúlea espera os próximos governantes. Por mim relembro aqui, aquilo que já tinha escrito na última sexta feira no Retórica, como o meu modesto contributo para o futuro próximo:

“ Portugal, para se manter como unidade independente, precisa em minha opinião, entre outras coisas, de 4 princípios básicos muito simples:

1º - Precisa a médio prazo (5 anos), começar a viver de acordo com aquilo que tem/produz, nas famílias, nas instituições e no estado.

2º - Precisa a curto prazo renegociar a dívida com os credores e, se possível, que alguma seja perdoada, a troco de iniciar o seu pagamento imediatamente, recuperando a sua confiança.

3º - Precisa a curto prazo (2, 3 anos), deixar de pedir dinheiro para despesas correntes e investimentos não transaccionáveis.

4º - Precisa de começar a reduzir a sua dívida externa (pública e privada).

Ora isto não vai ser nada fácil, sem o envolvimento de todo um povo, com dirigentes credíveis, verdadeiros líderes que dêem o exemplo. As “nomeações políticas” têm que terminar, os gestores da “coisa pública” têm que ser verdadeiros gestores de carreira e não representantes dos partidos no poder.

As mudanças políticas devem apenas abranger as cúpulas do estado, e até Director-geral os cargos devem ser por carreira, e não mudar na administração pública o “cão e gato”, sempre que muda o governo. Mas como parar este círculo vicioso? Um grande desafio ao próximo Governo...”.

A ver vamos, como diz o cego!

Nenhum comentário: