Sessão bastante frequentada, com muitos jovens de uma turma da Escola de S. A. das Areias que transmitiram uma animação extra ao evento.
sábado, 11 de outubro de 2008
INFORMAÇÃO FÓRUM
Sessão bastante frequentada, com muitos jovens de uma turma da Escola de S. A. das Areias que transmitiram uma animação extra ao evento.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Candidatura independente à Câmara de Marvão!
Madalena Tavares será, então, candidata a Presidente da Câmara de Marvão, tendo Gomes Esteves a encabeçar a lista para a Assembleia Municipal.
O primeiro parágrafo da notícia do AA parece, ainda, sugerir que esta poderá não ser a única candidatura independente em Marvão. O futuro dirá!
Na mesma “caixa” o AA lança alguns nomes como podendo ser os candidatos das listas do PS e do PSD. Se os do PS não serão grande novidade, já o alegado número dois da lista do PSD parece ter surpreendido muita gente! Ou talvez não?
Nesta altura, e antes de outros desenvolvimentos, estes dados levantam algumas interrogações:
1 – O que se passa na governação de Marvão para que apareçam candidaturas independentes?
2 – O que se passa nas estruturas partidárias de Marvão para que apareçam candidaturas independentes?
3 – Esta(s) candidatura(s) indicia(m) apenas problemas internos nos partidos ou, por outro lado, aparece(m) porque os marvanenses a(s) “exige(m)”?
O futuro dirá…
Grande Abraço
Bonito Dias
GDA INICIA A SUA PARTICIPAÇÃO NO CAMPEONATO DISTRITAL DE INFANTIS
CD Portalegrense 1925 – GD Arenense
Desta Série, fazem parte as seguintes equipas:
- GDR Gafetense (Campo de terra batida)
- Sport Nisa e Benfica (Campo de terra batida)
- AD Lazer Condestável de Sousel (Campo de terra batida)
- GD Vidense (Campo de terra batida)
- Sport Clube Estrela (Relvado sintético)
- CD Portalegrense 1925 (Relvado sintético)
- Eléctrico FC (Relvado sintético)
- CF Os Gavionenses (Relvado sintético)
- GD Arenense (Campo de terra batida)
- AD de Castelo de Vide (Relvado)
- FC do Crato (Relvado sintético)
Como se pode ver por esta apresentação 60% dos campos já apresentam campos de futebol relvados.
Relembramos aqui que está a decorrer um Projecto, a nível nacional, para dotar todos os concelhos do país, com um campo relvado/sintético. Condições mínimas consideradas para a prática formativa do Futebol.
Esperemos que em breve o concelho de Marvão também possa desfrutar dessas condições indispensáveis para uma boa aprendizagem.
domingo, 5 de outubro de 2008
AlMossassa 2008
A 3ª edição da “AlMossassa”, com a ajuda do bom tempo e apesar da crise económico-financeira instalada, está a ser, conforme anos anteriores, um êxito. Ainda não tenho informação sobre o número de visitantes deste ano mas também não é essa vertente que me leva a escrever sobre o evento.
Trago-o aqui porque gosto da “AlMossassa”… e pronto!
Gosto… porque este evento cria um ambiente extraordinário em Marvão. Tão, ou mais, extraordinário que a Feira da Castanha. Com a particularidade de, ao contrário daquela que já é bastante conhecida, ter o condão de surpreender os visitantes forasteiros e locais.
Ontem observava uns visitantes a almoçar, o saboroso porco assado, numa mesa mesmo junto à muralha, com toda aquela envolvência e paisagem deslumbrantes, e pensava que aquelas pessoas só poderiam ficar arrebatadas por este lugar. E que serão excelentes veículos publicitários desta terra.
A “AlMossassa” é um exemplo pragmático de como, mesmo sem grandes orçamentos, se podem fazer coisas positivas por estas paragens, aproveitando as características naturais existentes.
E, é de toda a justiça afirmá-lo, este evento/sucesso tem um responsável… tem um rosto: Pedro Sobreiro!
Como noutras iniciativas do passado e do presente nota-se nesta, também, o fraco envolvimento das gentes do concelho. E esse envolvimento seria muito importante para a grandeza dos eventos, para o seu êxito e para a sua continuidade. Não sei se esta lacuna é da responsabilidade dos promotores, se é dos marvanenses ou se é de ambas as partes. Mas ela existe e é lamentável.
Por exemplo, ouvi ontem, em tom sarcástico, um ilustre residente na vila de Marvão dizer: ...Sim, vim até aqui à … “esta coisa”…
E fiquei triste!
É nisto que reside também a nossa pobreza…
Mas vi, também, além dos que faziam negócio, alguns (poucos) marvanenses imbuídos no espírito da festa, vestindo túnicas ou turbantes…
Neste e noutros eventos é por aí o caminho: o envolvimento da população, independentemente da sua maior ou menor simpatia pelos dirigentes de cada momento!
Grande Abraço
Bonito Dias
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
VI Sessão de Leituras Partilhadas
Como o tema já foi abordado no Forum Marvão, foi-nos endereçado um convite para participarmos.
LEITURAS PARTILHADAS
Uma sessão de leitura………
“Nenhuma boa história se gasta, por muitas vezes que se conte”
O Município de Marvão convida-o a estar presente na VI sessão de Leituras Partilhadas, a ter lugar no próximo dia 10 de Outubro, pelas 21 horas, na Câmara Velha – Casa da Cultura de Marvão.
Se quiser partilhar um texto, por favor confirme com a Catarina, na Câmara Velha, até ao dia 9 de Outubro (telef. 245909137 / email camara.velha@cm-marvao.pt)
sábado, 27 de setembro de 2008
VISITA ÀS OBRAS DO CONCELHO DE MARVÃO
Por Proposta da Assembleia Municipal (AM), realizou-se no passado dia 26 de Setembro, Sexta-Feira, uma Visita Guiada, às Obras do concelho da Câmara Municipal de Marvão no presente mandato.
Muito notadas foram as ausências da totalidade dos Vereadores (Pedro Sobreiro, José Manuel Pires, Madalena Tavares e Carlos Canário). Não sendo possível apurar se foi por não terem sido convidados, se por andarem muito atarefados.
Execução da Rede Subterrânea de Infra-estruturas da Vila
Esta obra estendeu-se pelos últimos 3 anos e custou mais de 2 milhões de euros e absorveu grande parte das atenções e energias do actual Executivo.
Esta obra de intervenção nas muralhas visa a reparação de diversos problemas, alguns graves, que punham em risco o conjunto amuralhado da Vila.
É a maior intervenção de reabilitação das muralhas que vai desde o fechamento de juntas, reparação de parapeitos, reparação de pisos e preenchimento de rombos. Irá custar cerca de 500 000 euros.
Após a visita à Sede do concelho, partimos em direcção às Freguesias, onde visitámos as obras de intervenção dos Programas de Reordenamento das Escolas Básicas da Portagem e Santo António das Areias.
Estas obras custaram cerca 205 000 euros.
Escola da Portagem
As obras aqui executadas foram: a execução de pavilhão de recreio coberto, construção de casa de banho para pessoas com mobilidade reduzida e montagem de bancadas de trabalho nas salas do 1º ciclo, e ainda, a colaboração em trabalhos de pinturas.
Estas obras custaram cerca de 106 000 euros.
Casa Mortuária dos Galegos
Enquadramento Paisagístico da Piscina de Santo António das Areias
João Bugalhão
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
O Grupo Desportivo Arenense já tem Direcção
(clicar para ampliar)Depois de duas Assembleias marcadas para o mesmo fim, onde não surgiu qualquer lista candidata, e quando já se equacionava a dissolução desta Associação emblemática do concelho de Marvão, lá surgiu um grupo de sócios que, numa atitude corajosa e muito emocional, decidiram protelar o fim do G.D.A..
Esse grupo é agora liderado por João Bugalhão que, desde ontem, é o novo Presidente da Direcção do Grupo Desportivo Arenense.
Apesar da anterior Direcção, encabeçada por Dionísio Gordo, quase ter saneado financeiramente o clube, tendo liquidado uma parte bastante significativa das dívidas herdadas, não surgiam, durante estes últimos meses, sócios com disponibilidade para dar continuidade a esse trabalho.
Foram meses de angústia para aqueles que estão sentimentalmente ligados ao G.D.A.!
Portanto, ontem foi um dia de alegria na vida desta Associação. Mas de tristeza também! Porque a adesão à referida Assembleia foi, no mínimo, confrangedora. Ao ponto de o candidato a Presidente ter ainda, no último momento, equacionado não avançar.
Esta Assembleia, tendo permitido a continuação do clube indiciou, no entanto, que o seu futuro não se apresentará risonho, tal foi a indiferença com que os sócios viveram este momento.
De qualquer forma, o novo Presidente foi afirmando que a Direcção iria tentar reunir motivação para fazer o melhor trabalho possível. E elencou quatro grandes objectivos para este mandato:
1 – Manter o G.D.A. vivo. Desde logo, proporcionando a prática desportiva a várias dezenas de jovens que jogam futebol neste clube;
2 – Legalizar a propriedade do edifício onde o G.D.A. está instalado;
3 – Tentar, com o orçamento possível, participar no campeonato distrital de futebol sénior, já na próxima época;
4 – Continuar a liquidar dívida herdada pela anterior Direcção.
Oxalá que estes e outros objectivos sejam atingidos. Para isso será necessário que o apoio prometido pelas entidades oficiais seja cumprido e será necessário, sobretudo, um maior envolvimento dos sócios na vida do Arenense.
Depois de ter sido campeão distrital de futebol sénior na époa 2004/2005 e, a partir daí, ter quase desaparecido, o Grupo Desportivo Arenense continua, portanto, a perdurar. Até quando… vamos ver!
Grande Abraço
Bonito Dias
sábado, 20 de setembro de 2008
BIOLÓGICA OU NÃO
Freguês, quer comprar?
Comidinha fresca Biológica
Alfaces, Nozes e Castanhas,
Depressa não tem que enganar
Isto aqui é tudo com lógica
Não há tangas nem artimanhas
Alfaces com caca animal
Sem adubo, nem afim
Belas as nozes com o mel
Tudo cresce ao natural
Castanhas, pérola marfim
Que lindas são no papel
Comer e beber todos gostam
Suar a testa de mão na enchada?
Está quieto ó meu malandro
Mas fora de cena já apostam
Que linda é a terra amanhada
Vai ser um negócio do “camandro”!
Pró da terra dois mil reis coados
Pra mim metade da metade
Pra ti uma terça parte do meio
Ó Turista trás pra cá os trocados
Que eu já estou com vontade
De comer o bolo e o recheio
Eu banca de venda nã tenho
Facturinhas tamém nã
Tenho os enchidos na gaveta
Da horta é donde ê venho
No mê forno quente faço o pã
Agora é qu'isto vai ser “punheta”
O cerne da questão é perceber
Se "as mentes" dessa dita Biológica
Com Internet e mapas na mão
Vindas lá dos meandros do saber
Com cálculos mentais, razão ou lógica
Sabem onde ficas, MARVÃO?
Quem semeia ovelhas, colhe borreguinhos
Quem semeia batatas, colhe batatas
Quem semeia ventos, colhe tempestades
Quem semeia pedras,………………come pedras?!
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Acerca de feiras PERMANENTES de produtos regionais
Depois de ler atentamente a notícia publicada na imprensa regional acerca da proposta de criação de um mercado de Produtos Regionais, que ao parecer, foi apresentada ao Presidente da Câmara de Marvão, quero deixar-vos aqui a minha opinião pessoal acerca de duas coisas: da feira permanente de produtos regionais, por um lado; daquilo que se deixa ler nas entrelinhas, por outro.
Esta feira é uma ideia maravilhosa. Só que, hoje em dia, e em face da realidade do Município, tem tanto de maravilhosa como de utópica. Não chegaria a fracassar, porque nem existem condições para a instalar. Quantos empresas ou pessoas existem, no Concelho de Marvão, em condições de produzir permanentemente e sem riscos de roturas de stock, artigos com interesse para esta Feira? Que eu conheça, não há meia dúzia. A Nunes Sequeira e um ou dois apicultores.
Só que, como é compreensível, a Nunes Sequeira, cujos produtos possuem uma qualidade excepcional (que orgulho!), tem mais que fazer, que produzir e que vender, e, nas suas prioridades nem sequer está o hipotético mercado de uma mostra desta natureza. Mal da raposa se é obrigada a caçar formigas...
Fica registado o primeiro entrave a este projecto: Marvão não produz. Se não produz, não pode vender. Se não pode vender, não há Feira. Mas será que Marvão pode começar a produzir? Será que, de repente, e como por arte mágica as hortas vão-se voltar a lavrar, os montes a desmatar, o Sever vai voltar a ter peixes, e o Engenho da Lã vai ser re-activado? Não brinquemos com coisas sérias, nada mais longe da nossa realidade, a curto prazo.
É preciso encarar a realidade. Marvão não tem NADA. ZERO. É claro que serão sempre bem recebidas as novas iniciativas que comecem a germinar nas encostas da Vila. Devem ser apoiadas de molde a que, passo a passo, possamos dispor de uma oferta aceitável e só então pensar em criar infra-estruturas físicas que alberguem esse mercado emergente.
O que não se pode é começar a casa pelo telhado. E foi isso que foi proposto a Víctor Frutuoso. Só que o Presidente do executivo marvanense sabe o que faz. Não disse que não. Disse que agora não, de acordo com aquilo que é a nossa realidade.
Marvão só tem velhotes. Precisa de gente nova.
Marvão não tem espaço para instalação de pequenas ou micro-empresas.
O executivo de Frutuoso sabe disso e é nessa senda que estipulou algumas das suas prioridades. Comprar terrenos destinados a habitação e atrair população de escalões etários compatíveis com a vida activa, habilitando pequenas zonas industriais onde sejam dadas condições favoráveis à criação de postos de trabalho.
Aumentar a população activa residente e munir o Município de equipamentos que possibilitem a dinamização do sector produtivo são, sem lugar a dúvida, prioridades das prioridades para os marvanenses. E é disso que o Executivo está a tratar. Oxalá os objectivos traçados se cumpram porque eles são deveras fundamentais para o nosso desenvolvimento real e efectivo.
....
Quanto ao artigo propriamente dito, como marvanense acho-o... algo repelente.
Repelente porque trata os marvanenses como se fossemos uma tribo de canibais, que não percebe nada de agricultura, que ainda não aprendeu a fertilizar os solos e que está a anos-luz de perceber que a sua evolução está directamente ligada ao aproveitamento do biogás. Só leio isto como um insulto.
Repelente porque tenta exercer uma espécie de chantagem psicológica junto do Executivo Camarário, pressionando-o a tomar iniciativas fora de tempo e de lugar. Mas por aqui, não estamos habituados a ceder a esse tipo de pressões.
Repelente porque nos é dado a conhecer um grupo de dinâmicos inteligentíssimos que não se percebe muito bem porque é que vieram viver no meio da tribo dos estáticos subdesenvolvidos, e que, à viva força, nos querem civilizar contra a nossa vontade.
Há uma coisa que caracteriza estes estáticos subdesenvolvidos: a amor à sua terra e às suas gentes, por muito humildes e incultas que estas sejam. E quando temos ideias e projectos que podem ser interessantes mas que não são exequíveis a curto prazo, aguardamos melhor oportunidade e não vamos a correr ver se outro chefe indígena adquire, a troco do seu ouro, os préstimos do nosso “armamento sofisticado” .Porquê tanta pressa, pergunto eu? Já há alfaces biológicas para vender ...? Hummmm...
Finalizar dizendo que, como considero que Marvão, de momento, não reúne condições para desenvolver este projecto, já Portalegre está numa situação completamente diferente.
Portalegre - concelho produz, por si só, um leque atraente de produtos regionais e de artesanato que pode servir de motor de arranque para uma iniciativa desta índole. Ali há doces conventuais, uma vasta gama de enchidos e queijos certificados, muitos e bons vinhos, mel, fruta biológica e artesãos que produzem em quantidade e qualidade.
Quando nós reunirmos essas condições será hora de pensar em procurar alternativas para escoar os nossos produtos. Mas só então.
Entretanto, boa sorte a essa feira, mas lá para as bandas de Portalegre ou onde qualquer “Gerónimo” do nosso interior assim o entenda. Por cá, somos capazes de perceber que ainda não é o momento.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
The Poppers Compõem em Marvão

FAST FOWARD, Setembro de 2008 e cheios de Ideias para o novo disco, cá estamos nós a dias de aceitar o desafio lançado o ano passado. Tal como faziam todas as bandas que nos inspiraram, também nós vamos ter a possibilidade de nos fecharmos numa casa, isolada de tudo para nos focarmos no mais importante: o 2º a chegar. Tudo isto graças á boa vontade de alguém que acredita incontestavelmente na musica que se faz em Portugal, que acredita no Rock N Roll.
domingo, 14 de setembro de 2008
Marvão vs Óbidos



Contudo, a marca “Óbidos” atingiu uma visibilidade incomparavelmente superior à de “Marvão”! A localização foi determinante para essa realidade mas parecia-me haver ali mais qualquer coisa!
No caderno “Emprego” da última edição do jornal “Expresso” está o artigo acima digitalizado que nos ajuda a perceber melhor o fenómeno “Óbidos”.
A certa altura, neste artigo o presidente da câmara de Óbidos afirma:
“Há sete anos, os únicos eventos que aqui existiam eram as celebrações religiosas. Ou seja, partimos de uma situação onde existia uma marca forte, com um castelo e um centro histórico único e bem preservado, mas nós queríamos mais que uma relíquia do passado. Queríamos construir uma economia criativa para as pessoas e para os investidores. O caminho passou pela mediatização cultural. E hoje não há ninguém que não associe Óbidos aos eventos que entretanto fomos organizando…”
Bem sei que existem enormes diferenças na dimensão e no orçamento com origem na localização, contudo penso que esta afirmação deveria inspirar Marvão!
Se "Óbidos tinha uma marca forte, com um castelo e um centro histórico único e bem preservado…" o que dizer de Marvão?
Causam-me “comichões” as afirmações que acusam que em Marvão não há dinheiro para nada mas se fazem, constantemente, festas/eventos…
E com que orçamentos?
Então Marvão quer-se ou não um destino turístico?
À nossa medida, com as nossas limitações, este devia de ser um caso inspirador para nós: Autarquia e privados!
É que por cá até a aplaudida orçamentação de verbas para o desenvolvimento da marca/imagem “Marvão” teima em não ter desenvolvimentos palpáveis…
Grande Abraço
Bonito Dias
sábado, 13 de setembro de 2008
Marvão em Festa - Novidades no Feriado Municipal
Ao contrário dos últimos dois anos, que “calharam” em fim-de-semana, não estive presente nessa comemoração, visto que em Portalegre, nesse dia, trabalha-se. Participei, apenas, no jantar em honra dos Eleitos Locais, o qual muito dignificou os primeiros distinguidos com as medalhas do Concelho.
Desta forma, não tive oportunidade de ouvir os discursos que nestes dias são proferidos, dos quais tento sempre retirar algumas informações importantes, pelo meio das palavras de circunstância.
Foi, portanto, pela comunicação social que me informei sobre os referidos discursos, tendo retido esta “caixa” do jornal “Fonte Nova” (FN), da sua edição de hoje.
Com o título de “queremos uma zona industrial” o FN atribui palavras muito encorajadoras ao presidente da câmara (PC) sobre a matéria das infra-estruturas para a instalação de pequenos negócios no Concelho, que há muito venho defendendo.
Considero muito correcta a opinião do PC quando afirma que a forma de tentar inverter a tendência de desertificação do Concelho é gerar mais postos de trabalho, sendo que o papel da Câmara Municipal nesta matéria será o de facilitar a instalação/criação de unidades de negócio, através da criação do ninho de empresas e da zona industrial.
Contudo, parece-me que continuar à espera da concretização deste quadro comunitário de apoio para implementar essa medida será uma perda de tempo (em cima dos vinte anos já perdidos) visto que este novo quadro comunitário não parece estar muito vocacionado para este desígnio…
No entanto, esta declaração de intenções do PC não deixa de ser encorajadora…
Aguardemos!
Grande Abraço
Bonito Dias
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
INFORMAÇÃO FÓRUM
(Notícia do Jornal Fonte Nova, por nos parecer de interesse para o concelho de Marvão, aqui fica para vossa analise)
O problema é que os produtores não têm um sítio onde possam vender os seus produtos. Foi com essa preocupação que a associação lançou o projecto "Feira Permanente de Produtos Tradicionais".Há alguns anos, um pequeno grupo de pessoas decidiu sair do Litoral e escolheu a região do Alentejo para passar o resto da sua vida. Instalados, a grande maioria, em Marvão, constataram que havia na região uma série de limitações importantes, relacionadas com falta de formação e de informação, e cuja solução passa, no seu entender, pela agricultura, fertilização dos solos, sistemas de energia solar, biogás, entre outros."Há muitas pequenas coisas hoje em dia que se fazem no mundo inteiro e que aqui, pura e simplesmente, se desconhecem. Então montámos uma associação no sentido de ajudar-mos as pessoas de cá a perceberem que existem outras tecnologias, já bem conhecidas, e que podem ser muito úteis", explica Van Krieken.

"Há um potencial enorme de produção que vai directamente para a sustentabilidade das pessoas, é uma espécie de um comércio justo mas, ultimamente, devido a toda a pressão que houve por parte dos media contra esta repressão da ASAE começou a haver uma certa abertura relativamente aos produtos tradicionais", conta o presidente da Caminho Dinâmico. Um desses exemplos foi a última circular emitida pelo Ministério da Agricultura (5/2008) que permite, novamente, que as pessoas possam produzir nas suas cozinhas caseiras até cerca de 1500 litros de licores por ano. "Estamos a falar de um potencial bastante interessante. Agora o problema que se coloca é onde que esta gente vende isto e o que se pode fazer para que as pessoas voltem a produzir".
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
AS INJUSTIÇAS DA MORTE!
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Os "James " em Santo António das Areias
Terminou no último sábado um dos certames mais aguardados, em cada final de Agosto, neste Norte Alentejano : A feira de artesanato e gastronomia do Crato .Este evento, que vem melhorando de ano para ano, representa para a nossa região, como que a derradeira oportunidade, no final das merecidas férias de Verão, de assistir a grandes espectáculos ao mesmo tempo que os nossos sentidos são invadidos por múltiplas sensações : O cheiro dos petiscos ; das bebidas espirituosas ou não, da contemplação dos objectos que representam aquilo que de melhor se faz por cá em termos de artesanato e de produção industrial .
A esta “atmosfera” de puro deleite para os sentidos, não é alheia a excelente organização do evento em causa , ao rigor e profissionalismo, com os quais somos presenteados ano após ano, de tal forma que este certame não fica a dever nada a outros, que ocorrem noutras regiões do nosso país e alem fronteiras, bem menos “deprimidas”, no que ao desenvolvimento concerne .
Este ano, até havia um boletim diário informativo, com um aspecto gráfico cuidado, onde os visitantes da feira podiam tomar conhecimento da programação diária, relativa aos concertos ; gastronomia etc.
No que me diz respeito, a feira terminou em verdadeira apoteose, com o soberbo concerto do grupo britânico, James . Nesta derradeira noite, uma verdadeira multidão, bastante heterogénea : crianças ; jovens ; menos jovens ; pessoas da região ; forasteiros, estavam como que irmanados numa causa comum, que era passar a última noite de festas da melhor maneira possível e fazer com que a memória desta, perdurasse até Agosto do próximo ano . Quando o concerto acabou, os rostos denunciavam já a nostalgia do aproximar do fim das férias e a brisa que acariciava os rostos, já não era de Verão mas sim outonal e cheirava a trabalho .
Não foi no entanto no Crato que eu aprendi a gostar dos James, mas sim em Santo António das Areias em meados dos anos oitenta /noventa . Não que este grupo alguma vez nos tivesse honrado com a sua presença no Concelho de Marvão, mas sim pelo facto dos temas mais conhecidos da banda serem de “passagem obrigatória,”na antigamente activa e actualmente moribunda, discoteca “ A cave “ de Santo António das Areias .
Foram muitas as vezes, que sob o torpor alcoólico da ingestão de muitas super bocks que dancei ao som da música do grupo em causa, nas célebres matinés de Domingo, passadas na “Cave “. O tio Sabi e os restantes membros deste blogue sabem do que é que eu estou a falar, pois de certeza que todos lá passaram uns bons bocados .
Os James já estiveram em Santo António das Areias...espiritualmente .








